Saltar para: Posts [1], Pesquisa e Arquivos [2]



No feedly (33)

por jpt, em 21.05.15

taxi.jpg

 

- "Tufo: património cultural de Moçambique", no Buala. Um texto algo ligeiro mas interessante de Hélio Nguane sobre a dança moçambicana. Abordando, acriticamente, essa deriva actual, a da "patrimonialização" (via UNESCO) das expressões culturais, o arremedo folclorista dos dias d'hoje - que em Portugal tão bem conhecemos, do fado aos chocalhos, para não falar do inenarrável episódio do "cante" alentejano ("canto", em português padrão).

 

- A taxa única dos taxis no aeroporto de Lisboa, no A Origem das Espécies.

 

- Je suis Vilhena, no Book Loving Girls.

 

- O país dos outros, Rui Knopfli editado em castelhano, no Da Literatura.

 

- "Eu não faço parte do grupinho ACAB (All Cops are Bastards). Criticar a atitude daquele polícia e desejar que seja exemplarmente castigado não é colocar em causa a PSP – é defendê-la.", sobre o espancamento de Guimarães, no Bitaites.

 

- Pior era impossível, sobre os custos do marketing (eleitoralista?) da Câmara Municipal de Lisboa e da Polícia nas comemorações da vitória benfiquista, no Blasfémias.

 

- 1776: the revolt against austerity, on New York Review of Books Blog.

 

- Sobre a visão da ciência de Mariano Gago, no jornal i via De Rerum Natura. Não é para agora, só para daqui a alguns anos: Gago foi muito importante na concepção nacional da investigação, e nisso ímpar agente de desenvolvimento do país. E foi também ministro conivente com o "socialismo" craxiano que devastou o desenvolvimento do país. Como - daqui a uns anos - iremos olhar para a sua obra, se vista de modo abrangente? (Já agora: faz hoje seis meses que Sócrates está detido, esse que em pleno conselho de ministros gozava, primus inter pares, com as acusações à sua "licenciatura", dizia quem lá se sentava).

 

- O arquitecto do Café Majestic, no A Cidade Surpreendente, blog dedicado ao Porto, cidade de que ando a aprender a gostar.

 

- Who's afraid of african democracy?, no New York Review of Books Blog.

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 21:50

Juntos, em technicolor e ao vivo

por AL, em 20.05.15

Os meus dois Migueis preferidos novamente em Lisboa. A cores e a preto e branco. Para ver, rever e apreciar.

unnamed.jpg

Prevent'Art Lx44 é uma exposição de pintura e fotografia que tem como cenário Lisboa. Diz assim Elísio Summavielle:

 

"Os encontros plásticos pressupõem assunto, conhecimento, técnicas, combinações, e muito da necessária cumplicidade que exista entre os protagonistas. Com percursos profissionais próprios e distintos, estimula-se assim mais ainda o desafio da complementaridade ou da contraposição. Os dois são válidos, refira-se, porque mesmo a contraposição pode assumir um resultado estético. Só depende da arte e da geometria das coisas. Do equilíbrio da construção, ou da desconstrução. 

Miguel Barros e Miguel Valle de Figueiredo assumem aqui esse jogo. O primeiro, com um caminho próprio e dominante na pintura, bem maturado, e naturalmente matizado na cor, nas formas e na luz que trabalha. O segundo tem um percurso profissional consolidado na fotografia, e com um exercício pessoal muito próprio, também, em terrenos ditos “de risco”, na fixação dos instantes de luz sobre os recortes e os pormenores da sua cidade – Lisboa. Onde a imprevisibilidade não se confunde nunca com o acaso. Em identidade."

 

 AL

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 09:45

O fundo do desemprego é para isto

por jpt, em 19.05.15

 

Já toda a gente terá visto o filme (passou nas televisões, no youtube tem milhões de visitas). O civil adulto mais novo é do Benfica, um defeito muito generalizado em Portugal, e está ali com o pai (ou sogro) e com os seus petizes, todos nos mesmos propósitos, a pretexto de uma qualquer festividade.

 

O oficial da polícia (subcomissário, julgo que equivalente a tenente), irrita-se com ele - diz que foi cuspido (algo que, obviamente, merece mesmo que a priori). Não o detém, como deveria fazer em caso dessa afronta - apesar de ser ele próprio, mas porque está fardado -, e calmamente pois ali rodeado de tantos dos seus homens. Atira-o ao chão, arreia no bastante mais-velho que, reflexamente, procura ajudar o filho (ou genro), e logo regressa ao objecto da sua ira. Este no chão, e porque é homem corajoso, a primeira coisa que faz, descurando-se, é tentar afastar o filho mais novo dali. Mas é agarrado por trás, pelo pescoço, içado e logo atirado ao chão por um outro profissional da "ordem pública" (um tipo mais novo, armado, em forma física) enquanto o oficial saca do bastão e lhe bate, ele deitado por terra, rodeado e indefeso. Um dos filhos, criança, chega a juntar as mãos, implorando pelo pai, o outro mais pequeno é afastado e protegido por outro polícia (vá lá, não são todos malucos estes agentes).

 

São este tipo de imagens que provocam aquelas cíclicas ondas de violência nos EUA, a deixar cidades a ferro-e-fogo. Vá lá que por cá as coisas acalmam. Mas fica a óbvia conclusão: o fundo de desemprego existe (também) para isto. Para não deixar cair a família deste futuro ex-oficial da polícia na mais tétrica das indigências.

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 09:33

nataniel ngomane.jpg

Nataniel Ngomane é o actual presidente do Fundo Bibliográfico de Língua Portuguesa, organismo sediado em Maputo e doutorado em Literatura, tendo estudado no Brasil.

 

NOTA: Encontrei este dístico no facebook. Assim sendo não tenho a referência relativa a estas declarações. E, falando francamente, sobre este tipo de suporte nunca se pode afiançar da sua veracidade. Mas conhecendo a clarividência do Nataniel Ngomane estou crente que corresponde ao seu pensamento.

 

Adenda: RH deixou nesta caixa de comentários o local destas declarações, retirando qualquer sombra de dúvida - constam de uma entrevista concedida ao sitio da União de Escritores Angolanos.

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 09:03

Tributo aos Beatles

por jpt, em 18.05.15

beat.jpg

 

 

Acontecido neste fim-de-semana. O nosso FF (ainda que ele numa era já post-blog a gente continua a reclamá-lo de "nosso") pegou no baixo e reavançou para os palcos. E assim foi a estreia deste "Tributo aos Beatles", 25 hits mais encore a encherem uma belíssima noite. Consta que a digressão se iniciará em breve ...

 

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 10:19

A propósito da Gulbenkian

por jpt, em 18.05.15

gul.jpg

 

 

Leio a correr umas coisas no jornal Público sobre alguns acontecimentos na Gulbenkian, mais sobre as malevolências coloniais da mentalidade dominante na Gulbenkian e noutras instâncias culturais privadas portuguesas e mais sobre a censura ao livro do Kannemeyer e mais sobre não sei bem o quê que afastou quem lá deve estar ou o que lá deve estar ou qualquer outra coisa que não percebo lá bem o que é ... só que alguém anda chateado com alguém e que há nisso sempre grupos de apoiantes.

 

E lembro-me de há cerca de uma década quando andei a apagar fogos lá em Maputo, a convencer os justificadamente irados amigos, tratados como se lixo fossem, a não romperem com aquilo que agora guincha em Lisboa ser muito  moderno e progressista. E também me lembro de nojo que me transmitiram quando um muito importante pacóvio português por lá passou a inaugurar uma grande exposição, a vomitar desprezo em formato "vocês precisam de um branco para montar as coisas". E lembro-me bem de como tentei explicar o que se passava: "tens que compreender o que é um paneleiro de lisboa", os ademanes e nojices que expele o referido "género". Vá lá, compreenderam e lá - por interesse mútuo - se fizeram as coisas "lusófonas" que os "modernos" e "progressistas" de Lisboa queriam fazer.

 

São estes "bem-pensantes" que agora dançam can-cans, canibalizando os Kannemeyers para usarem nos seus interesses privados, e gritando "colonos" aos outros. A gente envelhece e ri-se. As décadas passam e a m... lisboeta é a mesma.

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 02:19

No feedly (32)

por jpt, em 16.05.15

azei.jpg

 

- Moi, René Tardi, prisionner de guerre au Stalag II B, de Jacques Tardi, no Ler BD.

 

- O compromisso/um conto com José Craveirinha, no Raposas a Sul.

 

- No jardim da filosofia, uma imperdível colecção de entrevistas no Blog da Crítica.

 

- A corrida ao ouro no século XXI, no Herdeiro de Aécio.

 

- Com a ortografia eu não brinco, no Delito de Opinião.

 

- Excelente António Guerreiro (no "Público") sobre Marcelo Rebelo de Sousa et al, transcrito no O País do Burro.

 

- Pancho Guedes nunca foi ao Japão, no Mar me Quer.

 

- Streaming, no Antologia do Esquecimento.

 

- Sem mutantes nem conservantes: a banda desenhada e o diálogo intercultural, no Buala.

 

- Da comédia ao filme épico histórico, no O Homem Que Sabia Demasiado.

 

- Sem notícias, sem uma explicação - o caos na RTP Internacional, no Delito de Opinião.

 

 

 

 

Autoria e outros dados (tags, etc)

Tags:

publicado às 01:58

Revista dedicada a Moçambique

por jpt, em 14.05.15

capa_rccs_106-small325.jpg

 

O mais recente número da Revista Crítica de Ciências Sociais leva como título "Memórias de Violências: que futuro para o passado?" e é, quase totalmente, dedicada a Moçambique. Basta seguir a ligação para se ter acesso livre aos textos - estão entre os autores Ungulani Ba Ka Khosa, Teresa Cruz e Silva, João Paulo Borges Coelho, Paula Meneses, e etc. E até eu lá tenho uma modesta recensão, dedicada ao último livro de José Capela.

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 20:01

Do vigor do aborto ortográfico

por mvf, em 14.05.15

CopiaAO-0083.jpg

 

Com a entrada em vigor da imbecilidade, perdão do Acordo Ortográfico, o que acima se vê* seria impossível, uma ilegalidade. Falo, obviamente, do "pára" que hoje se escreveria obrigatoriamente "para". Quanto ao resto é toda uma outra conversa se bem que "Ninguém Para Portugal" pudesse ser uma boa alternativa.

 

* fotografia que fiz na noite de eleições legislativas de 1987 

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 16:23

Acordo Ortográfico em debate - "Opinião Pública", SIC-N, 13-mai-2015 from José Ribeiro e Castro on Vimeo.

 

Diz Nuno Pacheco sobre o AO90 "quis-se, com espírito imperial" e o resto do debate é apenas a explicitação disso.

 

A ambivalência de Ribeiro e Castro "centrista nesta matéria" apresenta-se, é óbvia, se se pensar numa atitude política face ao facto do acordo, apesar de o pensar pejado de erros. Mais uma vez, onde estão os defensores do AO90? Alguém que surja em sua defesa sem que na sua génese tenha participado?

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 09:07

Acordo Ortográfico 1990

por jpt, em 13.05.15

NAO2c.jpg

 

 

Notícias anunciaram que hoje seria a data que tornaria "obrigatória" a utilização do AO90 em Portugal. Um artigo no Público contesta essa versão, remetendo para Setembro de 2016 essa "obrigatoriedade". Sobre a pantomina que é esse acordo já aqui botei e ecoei muitas vezes [basta consultar a "categoria" Acordo Ortográfico]. 

 

Em Portugal o AO90 tem sido alvo de grande oposição: escritores (os tipos que mais projectam reinventar a língua escrita), académicos, jornalistas, e movimentos populares - há pouco foi entregue na Assembleia uma petição subscrita por uma enorme quantidade de cidadãos. E é defendido por pouca (e cada vez menos) gente. O que é interessante, ultrapassando esta questão gráfica, é notar como os poderes estatais torneiam esta óbvia recusa das "forças vivas" e vão deixando "correr o marfim" nesta questão, exemplo máximo de menosprezo pela voz activa extra-partidária.

 

Sobre o assunto António Guerreiro escreveu um bom texto (algo que lhe é habitual) há cerca de quinze dias. Está lá muito do que é necessário lembrar. E combater:

 

 

"Todo o processo de engendramento e implantação do Acordo Ortográfico de 1990 só tem paralelo nas experiências agrícolas de Lissenko: a ortografia, como o trigo duro, tem de se vergar às miragens de uma ideologia (que tem nome de “lusofonia”, mas é muito mais do que ela) e conformar-se aos desígnios de políticos e cientistas pioneiros, ditos linguistas, mas que são na verdade agentes de uma ciência politizada. Juntos, gritaram em coro, antes de perderem o pio: “A ortografia é a arte plástica do Estado”. Quem lê jornais, escritos públicos e documentos oficiais percebe que está instalada a anomalia ortográfica (em meia hora de televisão, no dia 25 de Abril, li dois “fatos” em vez de “factos”) e que a aplicação do AO90 é tão desastrosa e tão contrária aos efeitos pretendidos (temos agora três normas ortográficas no “espaço lusófono”) como a agricultura de Lissenko. E é já tão paródica como ela. O que é irritante é que toda a verdade de facto exige peremptoriamente ser reconhecida e recusa a discussão. Por isso é que os políticos com responsabilidade nesta matéria e o respectivo braço armado científico (os cientistas pioneiros do laboratório linguístico de onde saiu o AO90) recusam sair a público e discutir os resultados da sua bela obra: mostram-se às vezes irritados com o ruído da paródia. Mas apostam no silêncio, à espera que das intervenções genéticas no trigo duro nasça, se não cevada e centeio, pelo menos erva para forragens."

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 02:14

Maio 1945

por jpt, em 09.05.15

khaldei.jpg

[World War Il planes bomb a hillside while a shellshocked reindeer looks on. Photo Yevgeny Khaldei (1917-1997).]

 

Minha distracção, convocado a outros assuntos mais prementes, ou o 70º aniversário do fim da II GM na Europa passou algo despercebido? Deixo algumas fotos, que apanho na rede Pinterest (várias não estão identificadas). Lembrando a espantosa resiliência de então e algumas coisas mais esquecíveis.

 

carteiro.jpg

[(c.1941) A postman emptying the pillar box the morning after a heavy bombing raid in London.]

 

cigano.jpg

 

[ German woman measures the skull of  a gypsy,  to see if she qualifies as a saveable human being.]

chá.jpg

[A woman drinks tea, 1940, in the aftermath of a German bombing raid during the London Blitz]

para.jpg

[American paratrooper, 1945 by Robert Capa.]

french_ss

[A French Nazi SS soldier posing for the camera. A number of french nationals signed up to fight with the Germans, usually as Waffen SS.]

haj.jpg

[Haj Mohammed Effendi Amin el-Husseini, Gran Mufti of Jerusalem. Throughout World War II, al-Husseini worked for the Axis Powers as a broadcaster in propaganda targeting Arab public opinion. He recruited Muslim volunteers for the German armed forces operating in the Balkans. Beginning in 1941, al-Husseini visited Bosnia, and convinced Muslim leaders that a Muslim S.S. division would be in the interest of Islam.]

cossaco.jpg

[Russian Cossack Wehrmacht volunteer.]

serv.jpg

[Heavily armed Chetnik fighter poses for the photographer. The Chetniks were Serbian monrachist paramilitaries who collaborated with the Axis at various periods during WW2. ]

madrid.jpg

[Madrid]

 

hitler.jpg

[ Hitler's Bunker 1947]

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 11:05

O centenário Orson Welles

por jpt, em 06.05.15

welles.jpg

 

Hoje é o centenário de Orson Welles. Se se diz que o cinema é (ou deve ser) "bigger than life" Welles foi, e de que maneira, "bigger than cinema". Da sua obra e da personalidade há muito para acompanhar (por exemplo ver este Wellesnet, com ligações e notícias sobre o cineasta). Após a radical autonomia inicial em "Cidadão Kane" foi balizado, estreitado, pela indústria, em conflitos ferozes e que apoucaram a sua obra. A esse propósito será (marginalmente) interessante v(l)er quantos daqueles que agora, a propósito da efeméride, lamentam tais tenazes mas que sempre resmungam contra os financiamentos ao cinema, à liberdade criativa dos realizadores, como sendo luxo social desnecessário. Enfim, contradições do rame-rame opinativo.

 

Aqui deixo dos trechos que mais me marcaram, ainda hoje: esta sequência do meu filme preferido de Welles

 

 

E para corolário a célebre cena de "O Terceiro Homem", súmula de filosofia política que o actor Welles meteu no argumento - e pouco importa se historicamente errada - um momento inesquecível:

 

 

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 11:00

b1_770x433_acf_cropped.jpg

 O Exmo Senhor Presidente da República aplaudido efusivamente pela Exma Senhora Ministra da Agricultura ( e mais coisas) durante a visita à Noruega, propõe uma nova forma de cozinhar o fiel amigo a acrescentar a outras receitas clássicas como "à Zé do Pipo", "à Braz", "à Gomes de Sá", "à Narcisa" ou ainda "à Minhota" ou "à Margarida da Praça"

O "Bacalhau à Nosferatu de Boliqueime" deve servir-se como a vingança e como o próprio criador: frio e seco, terminando sempre o lauto repasto com um inusitado por extemporâneo bolo-rei.

*foto de Cotrim/ Lusa

 

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 09:48

Ainda o "1974" de Filipe Verde

por jpt, em 06.05.15

filipe verde.jpeg

 

Sobre este "1974" de Filipe Verde já deixei duas breves  notas - quando o li em versão final; e passado um mês do seu lançamento. Volto a referi-lo aqui: amizade oblige.

 

O livro tem passado sem grande atenção na imprensa escrita, o que será até normal (um primeiro romance; há muitas publicações no mercado nacional; o autor não tem ligações ao mundo do  jornalismo). E o tema, à primeira vista pouco atractivo para o ambiente moral do universo mediático português.

 

Vi apenas uma recensão simpática no Diário de Notícias. E também algumas curtas referências no nosso meio, o blogal. Por isso regresso ao assunto, crente que a divulgação boca-a-boca (ecrã-a-ecrã) é o meio de divulgação preferencial. E esperando que possa fazer algum visitante aceder a um bom livro, assim fruir.

 

A melhor maneira de o fazer é através das palavras do autor. Ele esteve no programa da TVI 24, "Palavra de Escritor". Quem quiser ver essa entrevista (quinze minutos) poderá fazê-lo através desta ligação

 

E depois, se alguém se convencer a experimentar o "1974" (editora A Esfera dos Livros) já se terá justificado este postal.

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 09:23


Bloguistas




AL:





Tags

Todos os Assuntos




eXTReMe Tracker

Twingly BlogRank