
“(Ti)Nyanga. Encarnação de Histórias e Memórias“, uma exposição fotográfica das antropólogas Brigitte Bagnol e Esmeralda Mariano. Será apresentada desde o próximo sábado, 13 de Setembro, no Centro Cultural Franco-Moçambicano.
“Cheguei a um acordo perfeito com o mundo: em troca do seu barulho dou-lhe o meu silêncio” (R. Nassar)
Setembro 9th, 2008 — Antropologia, Fotografia Moçambique

“(Ti)Nyanga. Encarnação de Histórias e Memórias“, uma exposição fotográfica das antropólogas Brigitte Bagnol e Esmeralda Mariano. Será apresentada desde o próximo sábado, 13 de Setembro, no Centro Cultural Franco-Moçambicano.
Setembro 7th, 2008 — Fotografia Moçambique, Sérgio Santimano
Julho 21st, 2008 — Fotografia Moçambique, Luis Abelard
O novo sítio do fotógrafo Luís Abélard.
Julho 13th, 2008 — Fotografia Moçambique
Fotógrafos em Moçambique: o sítio de Os Amigos da Fotografia.
Julho 7th, 2008 — Ilha de Moçambique, Luis Abelard, Sérgio Santimano
Inauguração no dia 9 de Julho, próxima quarta-feira, às 19.30. Em Lisboa, na Fábrica de Braço de Prata (aos Olivais), com a presença dos seus autores Sérgio Santimano e Luís Abelard: “Ilha de Moçambique a preto e cor“. E lá estará durante o mês de Julho.
Março 6th, 2008 — Fotografia Moçambique

Anne-Laure Roy apresenta ‘Arte de Rua’, uma seria de fotografias imprimidas sobre tela que foram tiradas em Lisboa, Paris, Maputo e Ilha de Moçambique. Na estação dos Caminhos de Ferros de Moçambique (CFM), entre 6 e 9 de Março, das 14h as 19H.
Aquele “skinhead” verde inscrito na Ilha também mora no ma-schamba. Sem crianças …
Fevereiro 13th, 2008 — Daniel da Costa, Pedro Sá da Bandeira
“Vai Fazer Bom Preço” é a exposição que o fotógrafo português, cá residente, Pedro Sá da Bandeira está a apresentar no Instituto Camões (até 8 de Março). São 24 fotografias - cujas reproduções aqui são empobrecedoras - em estilo de retrato-pose mostrando 24 vendedores de rua - a maioria ambulantes, alguns nem tanto, que bem conheço o seu poiso certo. Estimulante exposição: por um lado a mostrar o modo inteligente, nada exótico ou exotizante, com que o fotógrafo se animou na cidade e com a gente nela, como a capta sem subterfúgios “poetizadores”; por um outro lado porque neste olhar cara-a-cara, apenas aparentemente despido, deixa um documento da paisagem humana (um olhar etnográfico, se se quiser) dos tempos que passam; finalmente, porque este mostrar os vendedores, nomeando-os (nome e local de trabalho) sem os empacotar (”artística” ou “poeticamente”), é um óbvio manifesto, um combate ao anonimato social de uma classe de trabalhadores que o são (anónimos) por excelência, ostracizados e estigmatizados - estigma auto-reproduzido, pouco atreitos a serem fotografados e mostrados pela exo-desvalorização individual que assumem como própria.
Uma bela iniciativa muito bem captada pelo Daniel da Costa que, no texto de apresentação, deixa: “Os seus olhos [do fotógrafo] são alérgicos às feridas. Em silêncio, tratou de eliminar da moldura uma boa parte dessa imagem e arregaçou as mangas de novo. Foi à procura do outro lado da história, um lado real, sem o cliché do costume, mas algo ausente dos nossos álbuns. (…) A objectiva entendeu assim dar a César o que é de César. Devolveu ao vendedor ambulante o segundo pé e a dignidade que lhe é roubada todos os dias um pouco.”
A visitar por todos - em particular pelos que têm, seja por profissão seja por aspiração, a ideia de representar (até analiticamente) a gente que faz o real. A ver se despem um pouco o seu ver.
Acho que podia ter havido um maior arrojo no acto de expor - sem colocar em questão o central do projecto. Espero que isso venha a acontecer nas próximas apresentações desta exposição, que presumo virem a acontecer nas cidades a centro e norte do país.
Dezembro 13th, 2007 — Anésia Manjate, Arte Moçambique, Fotografia Moçambique, Gemuce, Rui Assubuji
(excerto de “3 Tempos” de Gemuce)
(excerto de “Intolerance“, de Abdoulaye Konaté)
(excerto de “Cuba Livre“, de N’dilo Mutima)
Malhas que a “cooperação” tece … Uma pequena caixa intitulada “Art Invisible”, contendo três volumes cada um dos quais dedicados a um país: Moçambique, Angola e Mali. Uma edição da ARCO 2006 (Feira Internacional de Arte Contemporânea) procurando divulgar artistas inovadores destes países, gente incluída no movimento artístico contemporâneo africano. O critério das opções nacionais é político-diplomático, o patrocínio é assumidamente destinado a países com os quais Espanha tem “estreitas relações de cooperação”. Refiro este ponto para sublinhar que não será fácil encontrar alguma coerência no projecto, trata-se da justaposição de autores artistas africanos que procuram a expressão contemporânea, essa talvez etnia cronológica ou atitudinal. Não obsta isso a que os pequenos objectos em questão seja muito interessantes. O pequeno volume dedicado a Moçambique contém um texto de Jorge Dias (ideólogo-mor do Movimento de Arte Contemporânea local) e uma representação de artistas que se vêm salientando. Neste particular campo parece-me que a referência mais feliz se centra nas iniciativas de Gemuce, em especial o seu “jogo da democracia” cuja patente tarda em ser realidade - não como realidade “industrial” mas como corolário da atitude da instalação. E cuja provocação tem passado ao lado, tamanha a surpreendente placidez com que as “aventuras contemporâneas” artísticas têm aqui sido recebidas.
(Anésia Manjate, “Passaste por Aqui”, 2006)
(Rui Assubuji, Maputo 2004)
Novembro 6th, 2007 — Fotografia Moçambique, Livros Moçambique, Ricardo Rangel
Boa notícia é regressar a Maputo e encontrar o precioso “Pão Nosso de Cada Noite” de Ricardo Rangel (edição Marimbique) nas livrarias, e distribuído com quantidade.
Novembro 4th, 2007 — Fotografia Moçambique

Até Fevereiro a Associação Moçambicana de Fotografia chama fotógrafos e atrevidos para este concurso.
Outubro 7th, 2007 — Fotografia Moçambique, Ilha de Moçambique, José Cabral, Postais Moçambique
Ultimamente muito tenho escrito/ecoado sobre a Ilha de Moçambique. Então aqui fica uma fotografia retratando a “Ilha de Moçambique“, segundo o Zé Cabral. Ou, uma lição sobre como desmontar o exótico.
O postal pertence a “Évora/Ilha de Moçambique” (8 postais; cx. com duas fotos). Fotografias de José Cabral (1997-1998); Edição da Câmara Municipal de Évora, s/d (1999?) .
[entrada colocada em Junho de 2004]
Outubro 6th, 2007 — Fotografia Moçambique, Ilha de Moçambique, José Cabral, Postais Moçambique
“Ilha de Moçambique” (Julho 1998)
“Praça do Giraldo” (Set. 1997)
“Évora/Ilha de Moçambique” (8 postais; cx. com duas fotos); Fotografias de José Cabral (1997-1998). Edição da Câmara Municipal de Évora, s/d (1999?)
[tua oferta, Zé. Obrigado]
(entrada colocada em Maio de 2004)
Outubro 6th, 2007 — Fotografia Moçambique, João Costa (Funcho)
“Rua de Maputo: o vendedor de vernizes e manicure no passeio”
“Moçambique” (10 postais);Fotografias de João Costa (Funcho), Edições Missanga, 2003
[entrada colocada em Maio de 2004]
Setembro 19th, 2007 — Fotografia Moçambique, Ilha de Moçambique, João Paulo Borges Coelho, Literatura Moçambique, Luis Abelard, Paulo Varela Gomes, Sérgio Santimano
Uma crítica a “Campo de Trânsito” de João Paulo Borges Coelho, assinada por Teresa Sá Couto. Um livro de que se tem falado bem menos do que esperei.
Sobre a apresentação na Ilha da exposição “A Ilha de Moçambique a Preto e Cor”, de Luís Abelard e Sérgio Santimano, no 2+2=5.
Paulo Varela Gomes sobre os Olivais, um texto no Blitz de 1985.
Agosto 31st, 2007 — Fotografia Moçambique, Ilha de Moçambique, Luis Abelard, Sérgio Santimano