Mas isso levanta-me uma questão. Poder-se-á estipular algum regulamento quanto a vestes e adornos no interior das escolas, ou noutro sítio qualquer?
Isto lembra-me um episódio. Há anos, numa aula em que participei como professor, uma jovem aluna abriu a boca para uma qualquer afirmação que não recordo. Mas logo percebi um piercing bem plantado no centro da língua.
Irritei-me (odeio todos os piercings que não sejam brincos. Abomino ainda mais os seus portadores. Preconceito meu? Sim, mas não maior do que o dos imbecis que escarafuncham o corpo apenas pelo preconceito de fazer como outros o fazem)!
E disse-lho. Que não admitia tal coisa numa aula em que fosse eu o professor. A jovem rapariga nem percebeu a razão de tamanha irritação. Tive que lho explicar, coitadinha. Disse-lhe explicitamente que não admitia que viesse para as aulas com artefactos eróticos. Abriu os olhos (surpresa?), foi-se embora. Daí até ao fim do ano nunca mais se lhe viu tal adorno, nunca mais deu a entender que me abocanharia a glande.
Fui inconstitucional? Talvez. Mas fui professor, comigo aprendeu alguma coisa. Pelo menos isso.



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vaii pra puta que pariuuuuuuuuuuuuuu
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