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	<title>Comentários em: Negacionismo. E Noémia de Sousa.</title>
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	<description>"...cheguei a um acordo perfeito com o mundo: em troca do seu barulho dou-lhe o meu silêncio..." (R. Nassar)</description>
	<lastBuildDate>Sat, 13 Mar 2010 11:33:22 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Por: umBhalane</title>
		<link>http://ma-schamba.com/sociedade-portuguesa/negacionismo-e-noemia-de-sousa/comment-page-1/#comment-11048</link>
		<dc:creator>umBhalane</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Nov 2009 09:18:53 +0000</pubDate>
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		<description>JPT

Contraposição?!

De modo algum.

Mera coincidência, apenas. 
Noémia  como recurso para &quot;ilustrar&quot; 2 perspectivas diferentes.

Como verificou a contraposição foi ao Sr. Brandão Ferreira, à sua visão bélica (com a ressalva de ainda não ter lido o livro).

Nem tudo o que de mim sai, são scuds.

Às vezes, também versos de autores.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>	<script type="text/javascript" src="http://ma-schamba.com/wp-content/plugins/encodingcom-wordpress-plugin/swfobject.js"></script><br />
	JPT</p>
<p>Contraposição?!</p>
<p>De modo algum.</p>
<p>Mera coincidência, apenas.<br />
Noémia  como recurso para &#8220;ilustrar&#8221; 2 perspectivas diferentes.</p>
<p>Como verificou a contraposição foi ao Sr. Brandão Ferreira, à sua visão bélica (com a ressalva de ainda não ter lido o livro).</p>
<p>Nem tudo o que de mim sai, são scuds.</p>
<p>Às vezes, também versos de autores.</p>
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		<title>Por: ABM</title>
		<link>http://ma-schamba.com/sociedade-portuguesa/negacionismo-e-noemia-de-sousa/comment-page-1/#comment-11026</link>
		<dc:creator>ABM</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 15 Nov 2009 05:41:19 +0000</pubDate>
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		<description>Dado que hoje estou numa onda &quot;Epitetiana&quot;, gostava de adicionar as seguintes frases que ele escreveu há dois mil anos:

1.&quot;É impossível para um homem aprender aquilo que ele acha que já sabe.&quot;

2.&quot;A felicidade e a liberdade começam com a clara compreensão de um princípio: algumas coisas estão sob nosso controle, outras não. Só depois de lidar com essa questão fundamental e aprender a distinguir entre o que você pode e o que não pode controlar, é que a tranquilidade interna e a eficácia externa se tornam possíveis.&quot;

Nessa base, torna-se enfadonho argumentar na base do epíteto e do politicamente correcto.

Onde é que estava Noémia quando ela escreveu o que escreveu?</description>
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	Dado que hoje estou numa onda &#8220;Epitetiana&#8221;, gostava de adicionar as seguintes frases que ele escreveu há dois mil anos:</p>
<p>1.&#8221;É impossível para um homem aprender aquilo que ele acha que já sabe.&#8221;</p>
<p>2.&#8221;A felicidade e a liberdade começam com a clara compreensão de um princípio: algumas coisas estão sob nosso controle, outras não. Só depois de lidar com essa questão fundamental e aprender a distinguir entre o que você pode e o que não pode controlar, é que a tranquilidade interna e a eficácia externa se tornam possíveis.&#8221;</p>
<p>Nessa base, torna-se enfadonho argumentar na base do epíteto e do politicamente correcto.</p>
<p>Onde é que estava Noémia quando ela escreveu o que escreveu?</p>
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	<item>
		<title>Por: jpt</title>
		<link>http://ma-schamba.com/sociedade-portuguesa/negacionismo-e-noemia-de-sousa/comment-page-1/#comment-11006</link>
		<dc:creator>jpt</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Nov 2009 21:28:31 +0000</pubDate>
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		<description>1. 1B obrigado pela partilha, complementar, do poema de Noémia de Sousa. Permita-me, porque me parece explícita a vontade de contraposição ainda que não escrita, citar a minha entrada: &quot;Não esgota o mundo? Não. Mas é muito significativo – e não só pelo seu final.&quot; 
2. VA, só para sublinhar a minha concordância, que me parece já estar contida no tom do meu texto (e anteriores), contigo no afirmares que o poema &quot;enquanto relato histórico deverá ser colocado no mesmo patamar de análise e ter exactamente o mesmo valor das histórias&quot;.
Frisei vê-lo datada, em forma e conteúdo. Diga-se que o meu apreço pela poetisa é mais documental do que outro (meu gosto, minha estética, se quiseres).
Mas há um ponto que me parece importante neste poema-documento, mais do que o denuncionismo que lá está. É o facto de indicar um conjunto alargado de características estruturais do modelo colonial - permeadas pela multiplicidade de práticas, como as indicadas no poema que 1B convoca, multiplicidade essa que nos acompanha, aqui no ma-schamba, nestas charlas sobre a virtude de serem estas histórias colectadas, transmitidas. Mas essa multiplicidade (a qual em registo auto-biográfico é muito selecccionada, filtrada) não deve servir - como sistematicamente surge - como um véu sobre as estruturas coloniais.

(e sim, tinha-me esquecido de assinar, obrigado pelo aviso)

Bom fim-de-semana</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>	<script type="text/javascript" src="http://ma-schamba.com/wp-content/plugins/encodingcom-wordpress-plugin/swfobject.js"></script><br />
	1. 1B obrigado pela partilha, complementar, do poema de Noémia de Sousa. Permita-me, porque me parece explícita a vontade de contraposição ainda que não escrita, citar a minha entrada: &#8220;Não esgota o mundo? Não. Mas é muito significativo – e não só pelo seu final.&#8221;<br />
2. VA, só para sublinhar a minha concordância, que me parece já estar contida no tom do meu texto (e anteriores), contigo no afirmares que o poema &#8220;enquanto relato histórico deverá ser colocado no mesmo patamar de análise e ter exactamente o mesmo valor das histórias&#8221;.<br />
Frisei vê-lo datada, em forma e conteúdo. Diga-se que o meu apreço pela poetisa é mais documental do que outro (meu gosto, minha estética, se quiseres).<br />
Mas há um ponto que me parece importante neste poema-documento, mais do que o denuncionismo que lá está. É o facto de indicar um conjunto alargado de características estruturais do modelo colonial &#8211; permeadas pela multiplicidade de práticas, como as indicadas no poema que 1B convoca, multiplicidade essa que nos acompanha, aqui no ma-schamba, nestas charlas sobre a virtude de serem estas histórias colectadas, transmitidas. Mas essa multiplicidade (a qual em registo auto-biográfico é muito selecccionada, filtrada) não deve servir &#8211; como sistematicamente surge &#8211; como um véu sobre as estruturas coloniais.</p>
<p>(e sim, tinha-me esquecido de assinar, obrigado pelo aviso)</p>
<p>Bom fim-de-semana</p>
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