De blog em blog, a hesitar, gostar ou largar. A chocar com radical exemplo de cagança culturalesca. É gente desta, “recém-chegados” ao que querem mostrar neles “tããããão” secular, que me agita o palito da azeitona, escarafunchando a dentuça, raspando-lhe as aparas do torresmo, ali caindo-se estas sobre a pelugem do peito, essas já cãs libertas na camisa aberta e repousando-se, flácidas, no tecto deste meu umbigo protuberante, sempre oscilante ao arroto, pois ainda me é desmedida a sede de imperial, enquanto a caralhada me adjectiva toda a política do defeso da bola, fragilizando-me o meu Sporting. Rematado num foda-se rotundo, desiludido no não haver jogadores novos.
Que nojo, estes malteses, armados em guardiões de não-sei-o-quê. Mestres do gosto, guardiões do clube, polícias de classe, querem-se. Apenas pirosos eles próprios, no ritual da “intelectualeira”. Querendo-se donos, imaginando-se entre-lombadas no topo de uma qualquer pirâmide. Criados, é o que são…mas meros criados de fora, atenção.
Ainda há túbaros? Venham então, uma dose, com a molhanga. Caralho!!, não há nada como uns petiscos…é isto que levamos para o túmulo, isto e o convívio, foda-se.



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