
Sobre a aguardente de medronho, vero hidromel, marco civilizacional perseguido pelo vil norte-europeu cerealífero, já aqui a brindei e defendi. Mas decerto que não tanto como ela o merece, esmagada que tem vindo a ser pelo arrivismo whiskizeiro - que não há neo-burguês que não se empaturre de jb, cutty sark, famous grouse ou coisa assim - e pela sahelização da Península Ibérica - que não há serra que lhe resista. Enfim, medra o medronho entre a espada do norte e a parede do sul …
Ciente que a melhor bebida espirituosa que já bebi foi um medronho de Monchique condignamente envelhecido pelo produtor comovo-me, e esperanço-me, com a reportagem que leio na revista do jornal Sol desta semana. Ao medronho, já!

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