“Tudo aquilo continuaria, aquelas ondas, aquelas rosas do mar a abrigarem pétalas secas pelo sol na areia. Se eu morrer, tudo isto continuará. E ressentiu-se por isso acontecer.”
(Truman Capote, Travessia de Verão, D. Quixote, 101, tradução de Manuel Cintra)
16 de Agosto de 2007 | Rue Catinat


3 comments ↓
hfm disse…
Gostei deste ressentimento.
11:08
http://www.blogger.com/profile/08099868635372599019
SILÊNCIO CULPADO disse…
Vários são os poetas e escritores que têm abordado o tema do fim inexorável que espera o ser humano. Muitos enfatizam o constrate entre quem morre e perde tudo, todas as referências, tudo o que amou e sentiu, as suas memórias, a sua história de vida, e o mundo de onde saiu que continuará inalterável e até indiferente à sua partida.Porém a palavra “ressentimento” é a primeira vez que a encontro e empresta um cunho especial a esta forma de olhar o mundo que fica.
19:36
http://www.blogger.com/profile/00358183250625141743
Silencio Culpado, eh isso mesmo (e ja agora, coisa que me passou pela cabeca tambem) OBrigado a ambos as palavras deixadas neste cantinho
11:23
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