A cara do negro tem uma estranha expressão. Como a dos orangotangos, que possuem olhos muito humanos. O negro: uma água na face, é o seu olhar.

Os brancos parecem ter nos olhos um nó maior ou mais pequeno, segundo os indivíduos. Esse nó nunca se desfaz em olhar. É a marca do segredo, do fenómeno cerebral, da reflexão insolúvel em fisionomia.”

[Henri Michaux, Equador]

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