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	<title>Comentários em: </title>
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	<description>"...cheguei a um acordo perfeito com o mundo: em troca do seu barulho dou-lhe o meu silêncio..." (R. Nassar)</description>
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		<title>Por: Carlos E. P. Sacramento</title>
		<link>http://ma-schamba.com/portugal-mocambique/2413/comment-page-1/#comment-2762</link>
		<dc:creator>Carlos E. P. Sacramento</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 05 Apr 2008 07:21:55 +0000</pubDate>
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		<description>Ok agora ja percebi. Li ao contrario do que pretendia dizer, as vezes e uma questao de semantica. Concordo 100%, os Palop&#039;s estao constantemente a humilhar-nos mas quando precisam depois pedem dinheiro ao governo portugues para as cheias, a pobreza e tal, dinheiro esse que vem dos conribuintes portugueses, acho isto extremamente injusto. Se algum dia for chefe de estado acabo imediatamente com dinheiro para os Palops a expensas do estado e retiro todos os soldados portugueses em timor e afins.
Estao sempre a queixar-se dos males do colonialismo, nao nego que houve coisas mas mas ja chega. A culpa e so deles, quem lhes manda escolherem lideres comunistas e partidos com ideologia marxista como o MPLA e FRELIMO. O Samora Machel apesar do que dizem acho-o um terrorista, em vez de dar liberdade ao povo da-lhes outra ditadura desta vez de indole comunista como aquela que Portugal ia sofrendo apos o 25 de Abril. Acho a politica em Mocambique uma farsa, razao tem o Afonso Dhlakama da Renamo. Basta falar com pessoas em Mocambique e tira-se logo a prova dos nove. Curiosamente pareceu-me que o Cavaco ignorou isto quando falou com o Dhlakama mas tambem nao surpreende porque tem de dar graxa ao partido no poder. Lamentavel. Por isso nao tenho pena dos povos palop&#039;s, tenho pena sim das minorias que querem liberdade e sao oprimidas pela ditadura da maioria que alias e isso que e a democracia. 
O Cavaco tambem me saiu um belo traidor, um politico de direita a defender valores de esquerda, em vez de dar mais liberdade economica e defender liberdades individuais faz o contrario, enfim. 
O processo de cahora bassa e tudo o que o reodeou foi um autentico nojo, ainda me lembro de estar em maputo na altura e de ser provocado por uma mocambicana que assim que descobriu que era portugues gritou &quot;cahora bassa e nossa&quot;. &quot;Segunda independencia&quot; dizem...nao admira que nao progridam. Fiquem com o Eusebio tambem, chamem-lhe &quot;terceira independencia&quot;.

P.S.: estou a usar um keyboard com problemas dai a falta de acentos, espero que perceba o sentido das frases todas.</description>
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	Ok agora ja percebi. Li ao contrario do que pretendia dizer, as vezes e uma questao de semantica. Concordo 100%, os Palop&#8217;s estao constantemente a humilhar-nos mas quando precisam depois pedem dinheiro ao governo portugues para as cheias, a pobreza e tal, dinheiro esse que vem dos conribuintes portugueses, acho isto extremamente injusto. Se algum dia for chefe de estado acabo imediatamente com dinheiro para os Palops a expensas do estado e retiro todos os soldados portugueses em timor e afins.<br />
Estao sempre a queixar-se dos males do colonialismo, nao nego que houve coisas mas mas ja chega. A culpa e so deles, quem lhes manda escolherem lideres comunistas e partidos com ideologia marxista como o MPLA e FRELIMO. O Samora Machel apesar do que dizem acho-o um terrorista, em vez de dar liberdade ao povo da-lhes outra ditadura desta vez de indole comunista como aquela que Portugal ia sofrendo apos o 25 de Abril. Acho a politica em Mocambique uma farsa, razao tem o Afonso Dhlakama da Renamo. Basta falar com pessoas em Mocambique e tira-se logo a prova dos nove. Curiosamente pareceu-me que o Cavaco ignorou isto quando falou com o Dhlakama mas tambem nao surpreende porque tem de dar graxa ao partido no poder. Lamentavel. Por isso nao tenho pena dos povos palop&#8217;s, tenho pena sim das minorias que querem liberdade e sao oprimidas pela ditadura da maioria que alias e isso que e a democracia.<br />
O Cavaco tambem me saiu um belo traidor, um politico de direita a defender valores de esquerda, em vez de dar mais liberdade economica e defender liberdades individuais faz o contrario, enfim.<br />
O processo de cahora bassa e tudo o que o reodeou foi um autentico nojo, ainda me lembro de estar em maputo na altura e de ser provocado por uma mocambicana que assim que descobriu que era portugues gritou &#8220;cahora bassa e nossa&#8221;. &#8220;Segunda independencia&#8221; dizem&#8230;nao admira que nao progridam. Fiquem com o Eusebio tambem, chamem-lhe &#8220;terceira independencia&#8221;.</p>
<p>P.S.: estou a usar um keyboard com problemas dai a falta de acentos, espero que perceba o sentido das frases todas.</p>
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		<title>Por: jpt</title>
		<link>http://ma-schamba.com/portugal-mocambique/2413/comment-page-1/#comment-2747</link>
		<dc:creator>jpt</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Apr 2008 15:17:40 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://ma-schamba.com/arquivo/2413/#comment-2747</guid>
		<description>é, tem razão, a construção da frase é muito pobre, fica enublado o sentido. Rapidamente: o primeiro-ministro (em exercício) português veio a Moçambique para participar na cerimónia de transferência da barragem, a cuja decorreu no Songo (local da barragem) com a presença de 5 presidentes estrangeiros. Foi, artificiosamente, retido em Maputo durante toda a manhã da realização das cerimónias, tendo-lhe sido permitida a partida já no final da manhã. Chegou no final, já todos os representantes estrangeiros partidos, foi enviado para um canto indigno da plateia e ao fim de 15 minutos lá decidiu regressar a Maputo. A imprensa portuguesa presente - oficial - calou, a diplomacia portuguesa calou, o governo português calou. Três ou quatro meses depois o PR vem cá em ambiente festivo. Claro que apaga alguns fogos nas relações - mas em bom português significa que o governo português, o Estado português, não se dá ao respeito, e como tal não será respeitado quando necessário.
se eu pensar que o único representante do estado que lá estava, no songo, era o vice-presidente do IPAD (MNE) que foi à boleia como se fosse mero turista, e que se passeava por lá de barrete da RTP na cabeça, como se fosse um turista labrego, tenho que aceitar que um Estado com esta hierarquia também não será respeitável.

Finalmente, sumo do meu argumento: depois de destratamento institucional e simbólico destes é óbvio que um período alargado de nojo seria exigível. - não tem, rigorosamente, nada a ver com relutância no desenvolvimento de boas relações entre Estados e povos. Tem, sim, com a consciência que assim não se desenvolvem boas relações, apenas se simulam boas relações. Mas não é a política de hoje a mera simulação. Dado o meu respeito pelo actual PR português só posso crer, ou querer crer, que ninguém lhe tenha narrado o que aqui aconteceu então. Mas, se calhar, nem isso
cumprimentos, renovado agradecimento pela invectiva</description>
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	é, tem razão, a construção da frase é muito pobre, fica enublado o sentido. Rapidamente: o primeiro-ministro (em exercício) português veio a Moçambique para participar na cerimónia de transferência da barragem, a cuja decorreu no Songo (local da barragem) com a presença de 5 presidentes estrangeiros. Foi, artificiosamente, retido em Maputo durante toda a manhã da realização das cerimónias, tendo-lhe sido permitida a partida já no final da manhã. Chegou no final, já todos os representantes estrangeiros partidos, foi enviado para um canto indigno da plateia e ao fim de 15 minutos lá decidiu regressar a Maputo. A imprensa portuguesa presente &#8211; oficial &#8211; calou, a diplomacia portuguesa calou, o governo português calou. Três ou quatro meses depois o PR vem cá em ambiente festivo. Claro que apaga alguns fogos nas relações &#8211; mas em bom português significa que o governo português, o Estado português, não se dá ao respeito, e como tal não será respeitado quando necessário.<br />
se eu pensar que o único representante do estado que lá estava, no songo, era o vice-presidente do IPAD (MNE) que foi à boleia como se fosse mero turista, e que se passeava por lá de barrete da RTP na cabeça, como se fosse um turista labrego, tenho que aceitar que um Estado com esta hierarquia também não será respeitável.</p>
<p>Finalmente, sumo do meu argumento: depois de destratamento institucional e simbólico destes é óbvio que um período alargado de nojo seria exigível. &#8211; não tem, rigorosamente, nada a ver com relutância no desenvolvimento de boas relações entre Estados e povos. Tem, sim, com a consciência que assim não se desenvolvem boas relações, apenas se simulam boas relações. Mas não é a política de hoje a mera simulação. Dado o meu respeito pelo actual PR português só posso crer, ou querer crer, que ninguém lhe tenha narrado o que aqui aconteceu então. Mas, se calhar, nem isso<br />
cumprimentos, renovado agradecimento pela invectiva</p>
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		<title>Por: Carlos E.P. Sacramento</title>
		<link>http://ma-schamba.com/portugal-mocambique/2413/comment-page-1/#comment-2738</link>
		<dc:creator>Carlos E.P. Sacramento</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Apr 2008 10:11:06 +0000</pubDate>
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		<description>&quot;Ainda assim acho que tão poucos meses depois do que aqui aconteceu no dia da transferência de Cahora Bassa, de total desrespeito pelo Estado português nunca, mas nunca mesmo, um Presidente da República ou primeiro-ministro português deveria aqui ter vindo.&quot;

Não percebi bem a frase talvez. De quem é o desrespeito afinal, do governo moçambicano ou português?</description>
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	&#8220;Ainda assim acho que tão poucos meses depois do que aqui aconteceu no dia da transferência de Cahora Bassa, de total desrespeito pelo Estado português nunca, mas nunca mesmo, um Presidente da República ou primeiro-ministro português deveria aqui ter vindo.&#8221;</p>
<p>Não percebi bem a frase talvez. De quem é o desrespeito afinal, do governo moçambicano ou português?</p>
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