Tempos houve que foram de José Gil, mergulhando no “Salazar: a retórica da invisibilidade” (Relógio d’Água, 1995). Agora o futuro chegou, e vivemos com Paulo Querido, dando-nos “José Socrates em Discurso Directo”.
Ah, se aqueles semiólogos semióticos francófilos dos 60 vivessem. Que júbilo teriam … ou inveja?

2 comments ↓
Olá!
Acho que ficarão contentes, popis foram os grandes percursores duma análise sistemática da Comunicação.
Tinha escrito um comentário maior. Mas esta “fiscalização” copmeu-o.
De qualquer forma, obrigado (kanimambo?) por falar em Semiótica, que está fora de moda e de que já tinha saudades.
Que faz aí na Costa Oriental?
I. L.
faço semiótica …
e também estou orgulhoso do Paulo Querido. Nao percebo nada desta máquinas e admiro imenso aquele engenho todo. Não concordo é nas coisas da pol´tiica, mas um dia deste fazem um sistema informático e resolve-se as coisas
obrigado pelo comentári, cumpriemonts
jpt
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