Ainda anteontem estive em gabinete alheio em discussão política, a articular argumentos com colegas moçambicanos. Encalhei no Fernando Rosas, ali defendido como político. Não, não apenas como historiador, apesar de estarmos abrigados em corredores académicos. Abreviei, para quê?, a 11 000 kms de distância a discutir com gente tão amiga o meu ranger de dentes com estes estalinistas/trotskistas mas “livres pensadores”, tão giros ao espelho vão eles.
Ficámo-nos pois, os meus amigos com o Rosas do BE e eu sem ele. Amanhã ou depois vou levar, bem impresso, esta maravilhosa entrada do Jaquinzinhos, dedicado ao ilustre professor e activista político. Para lhes dar durante o cafezito da manhã. Mas sem discussão seguinte.
Que a minha maldade não chega a tanto.

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