
“Alguma novidade? O que se passou nestes dias?”, chego, coloquial bem-disposto ao seio dos colegas. “Morreu o Carlos Tembe“. Morte abrupta, inesperada. Um homem da minha idade, o frémito, egoísta, de contactar com o que nos pode acontecer e logo em alguém que, ainda que vagamente, cheguei a conhecer. Mas logo a seguir o lamento, pela morte absurda, claro. Mas, também, pelo vazio que um autarca de mão cheia deixará. Ali à Matola. E não só. Vénia.
10 de Janeiro de 2008 | Política Moçambique

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