No A Matéria do Tempo lembra-se o O Cancioneiro do Niassa, com ligações a páginas sobre o assunto.
Lembro que João Maria Pinto aqui esteve há alguns anos, poucos. Veio a convite do ACERT para o Festival de Teatro de Maputo, então apresentar o “Canções Proibidas”, o cd do Cancioneiro. E da minha sensação do tempo ter passado, do nenhum eco aqui sobre tal presença.

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O Cancioneiro do Niassa(do Lunho).
O original em K7 eu perdi-o, tenho apenas um pequeno trecho, na cave algures.
O original em stencil e manuscrito tenho-o ,encontrei-o há algum tempo e não sei como veio parar a mim!
Estive no Niassa (Estado das Minas Gerais!) em 71/72, no Lunho, ano e meio, sempre cantado no meio das bebedeiras de chegada ou despedida.
Canção nenhuma contra os TURRAS, sempre contra os CAROLAS. O meu Destacamento era “Africano”: 5 oficiais e sargentos, nascidos em Moçambique(pelo menos recrutados lá), brancos, noventa e tal praças pretos, com 5 ou 6 brancos( que não tomavam banho diário).
Quando chegava um “Metropolitano” perguntavam: vocês não têm medo de dormir com “terroristas”?
A História realmente é um conto mal contado.
O Povo, na História, não existe!
Agradeço muito, caro JPT, a menção que faz ao meu blog e ao artigo que publiquei sobre o Cancioneiro do Niassa.
Agradeço também ao Carlos o comentário que escreveu e as recordações que evocou sobre a sua passagem pelo Niassa. Gostei muito de o ler.
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