Pois…ei-la, no seu estilo magestático, o ritual do Império. Ao cimo o então Palácio da Câmara Municipal (hoje Conselho Municipal), a seu lado a Igreja protectora, no centro Mouzinho, a enigmática personagem que a necessidade de mito tornou Conquistador. Ali altaneiro protegendo a Baixa (então coração) da Cidade - o Marquês de Pombal em África, impossível não associar.
Tudo isto olhando o braço de mar e, para lá, a terra dos Tembe.
Hoje Mouzinho repousa, digno, ao fundo da avenida, no centro da Fortaleza pastiche. E a Praça leva o nome de Independência.
[Fotografia de Carlos Alberto, retirada de Fernando Couto (coord.) Moçambique. Imagens da Arte Colonial, Maputo, Ndjira, 1998]


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