Algo que nunca consegui perceber é como é que conduzo. Com gosto e nada mal, passe o auto-elogio. Espanta-me porque o carro é a única máquina que domino. O resto é um drama, traumático: a de barbear em desuso, a sonora uma complexidade que a vota ao silêncio, um computador máquina de escrever, a fotográfica sempre desfocada. Agora um scanner (novissimo) que não liga. A Inês olha, pesarosa. A Carolina lá há-de chegar o dia.Vem isto a propósito de algumas pequenas mudanças que aqui consegui introduzir, para meu espanto. Fiz ligações, pus o meu nome e morada, e até um contador de visitas. Para mim um espantoso domínio das vísceras informáticas. Procuro outras, tornar os arquivos visíveis [e nisso este sistema é um bocado fajuto] e a casa mais agradável à vista.
Mas estas conquistas devem-se, em exclusivo, à ajuda (paciente) de alguns leitores, prestáveis. Agradeço-as aqui. E muito em especial a esse velho amigo de miudice, reencontrado aqui trinta anos depois, prova que “o passado é aqui ao lado”. E logo um esteta olivalense, navegador do “Oceanus Occidentalis”. Abraço.

2 comments ↓
Votos de excelentes
descobertas, amigo JPT.
Publicado por: MP às março 15, 2004 11:10 AM
http://ecletico.blogspot.com/
Pois, pois… Olha, o teu carro já conheçe o caminho; o scanner está bom, tu, não (fora de prazo); a Inês está triste há anos; a Carolina não sabe (coitada) o que a espera; a gata Joana (esqueçeste-te dela), já faz xixi no que te pertençe e tu és candidato ao suicídio.
Agora a sério, isto está cada vez melhor, e, graças a ti e a quem te ensinou a ler…
Olha, obrigado. Raios que fiquei comovido, bimbo olivalense (do Sul).
Abraços.
Publicado por: LE. às março 15, 2004 03:26 PM
http://oceanus-occidentalis.weblog.com.pt/
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