Empreitada

Já que está ali na mesa uma empreitada dupla de Cortázar para ser resolvida sinalizo-lhe o início com esta deliciosa caricatura de Baptistão publicado originalmente no jornal Estado de São Paulo (já agora associada a um texto exactamente intitulado “Duplo Cortazar“),  e que foi 3º prémio de caricatura do World Press Photo 2009 [reproduzida do livro  World Press Photo, Top 50 2009]. E antes das leitura ambientar-me-ei com esta entrevista.

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5 Responses to “Empreitada”

  1. AL diz:

    Humildemente aqui confesso o meu total desconhecimento deste escritor. Obrigada pelo despertar da minha curiosidade. :)

  2. AL diz:

    Deliciosa a ligeira pronuncia francesa no seu castelhano!

  3. cg diz:

    pondo-me a adivinhar “sei” quais são os títulos. também os tenho ali a olharem para mim, em “lista de espera” ;-)

    e, li este fds, vão reeditar o “Bestiário”

  4. Leonel Auxiliar diz:

    Juntamente com Niguel Delibes (cinco horas con Mário) e Gabriel García Márquez (Cien Años de Soledad e El amor en los tiempos del cólera), Cortázar (Vuelta al día en ochenta mundos) abriu-me as portas da literatura en Castelhano. Depois vieram o Pio Baroja (La busca) e tantos outros. Se hoje falo e escrevo perfeitamente, ou quase, a língua de Cervantes, este é um dos homens a quem o devo e é sempre um enorme prazer encontrar na Lusofonia quem se refira a este autêntico “monstro” da poesia mundial. Este “post” fez-me tirar das prateleiras poeirentas algumas obras que nunca esquecerei e que ainda hoje me fazem sentir coisas que julgava, há muito, mortas dentro de mim. Muito obrigado!

  5. Leonel Auxiliar diz:

    Chamam-me a atenção para o facto de Cortázar não ter sido só poeta e que justamente a obra que referi não ser poesia. É um facto!
    Acontece que sempre me interessou mais a sua obra poética do que a prosa apesar de ter sido com esta, especialmente com os contos, que ele atingiu a notoriedade que se lhe reconhece!
    Ainda assim não posso deixar de recomendar a leitura de “Salvo el crepúsculo” para se ter uma ideia do poder poético deste homem para quem a vida não foi nada fácil.

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