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	<title>Comentários em: Literatura Moçambicana</title>
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	<description>"...cheguei a um acordo perfeito com o mundo: em troca do seu barulho dou-lhe o meu silêncio..." (R. Nassar)</description>
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		<title>Por: Gonçalves Matsinhe</title>
		<link>http://ma-schamba.com/literatura-mocambique/literatura-mocambicana/comment-page-1/#comment-8945</link>
		<dc:creator>Gonçalves Matsinhe</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Oct 2008 13:27:19 +0000</pubDate>
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		<description>Perante o que li acima, peço que me desculpem por intrometer-me logo eu, um &quot;leigo&quot; em muitas coisas principalmente no insulto barato.

Mas o Jorge é infeliz. É infeliz na forma como reage à crítica que lhe fazem, e é infeliz na tentativa de fuga que faz sobre o que já leu e o que não leu.

Palavra lançada não volta. Escrita então...

Não é com reacções do género da primeira do ilustre Jorde de Oliveira, secretário geral da associação dos escritores, que se engrandece a agremiação que representa!

Também admiro Samora! Envergonho-me de ter um co-admirador como vossa excelência, Jorge. É que o Samora que eu admiro era educado embora agressivo nas suas abordagens. O Samora que eu admiro não racializava o seu discurso nem o xenofobizava.

O Samora que eu admiro, dizem, sabia ouvir e dava valor à crítica. Não se vitimizava perante os seus críticos antes pelo contrário.

Samora não insultava os seus convidados, tratava os com diligência mesmo quando os via pelas costas. Ao contrário de si.

Jorge, você mente quando diz: &quot;Se lerem com atenção o meu artigo irão reparar que digo que ACHO A ESCRITA DE SARAMAGO CHATA E PESADA. Portanto se a acho chata é porque já a li - não podendo ser verdade o que o Cabrita diz quanto ao meu apelo de Não leitura.&quot; pois vossa excelência diz, no tal texto, que &quot;nunca li Saramago&quot; e que &quot;não se envergonha de o dizer&quot;. Diz também que acha o &quot;seu (de Saramago) estilo pesado e chato.&quot;

Não abonam à sua intelectualidade, que se supõe, &quot;Se não te aceitarem receber em Portugal (o que parece ser mais provável) procura um país árabe ou asiático, pode ser que te cortem essa cabeça vazia e desmiolada mais rápido&quot; do insulto a um (ou serão 2?) portugues V.Excia &quot;viaja&quot; para dizer que os asiáticos e árabes são cortadores de cabeças.

Ao que sei V.Excia para além de escritor (será?) é jurista. Mais do que a qualquer desmiolado, isso devia lhe fazer MAIS comedido nas afirmações e reacções, pelo conhecimento que tem (ou devia ter) das consequências que podem advir da atribuição de comportamentos e qualidades que podem ser tomadas por caluniosas ou serem mesmo caluniosas.

Mais enfim. Mesmo os escritores podem se enganar como eu me enganei ao pensar que a responsabilidade de o Jorge ser o que é lhe tiraria a aura de arruaceiro e o fantastackismo que o caracterizava há uma década.</description>
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	Perante o que li acima, peço que me desculpem por intrometer-me logo eu, um &#8220;leigo&#8221; em muitas coisas principalmente no insulto barato.</p>
<p>Mas o Jorge é infeliz. É infeliz na forma como reage à crítica que lhe fazem, e é infeliz na tentativa de fuga que faz sobre o que já leu e o que não leu.</p>
<p>Palavra lançada não volta. Escrita então&#8230;</p>
<p>Não é com reacções do género da primeira do ilustre Jorde de Oliveira, secretário geral da associação dos escritores, que se engrandece a agremiação que representa!</p>
<p>Também admiro Samora! Envergonho-me de ter um co-admirador como vossa excelência, Jorge. É que o Samora que eu admiro era educado embora agressivo nas suas abordagens. O Samora que eu admiro não racializava o seu discurso nem o xenofobizava.</p>
<p>O Samora que eu admiro, dizem, sabia ouvir e dava valor à crítica. Não se vitimizava perante os seus críticos antes pelo contrário.</p>
<p>Samora não insultava os seus convidados, tratava os com diligência mesmo quando os via pelas costas. Ao contrário de si.</p>
<p>Jorge, você mente quando diz: &#8220;Se lerem com atenção o meu artigo irão reparar que digo que ACHO A ESCRITA DE SARAMAGO CHATA E PESADA. Portanto se a acho chata é porque já a li &#8211; não podendo ser verdade o que o Cabrita diz quanto ao meu apelo de Não leitura.&#8221; pois vossa excelência diz, no tal texto, que &#8220;nunca li Saramago&#8221; e que &#8220;não se envergonha de o dizer&#8221;. Diz também que acha o &#8220;seu (de Saramago) estilo pesado e chato.&#8221;</p>
<p>Não abonam à sua intelectualidade, que se supõe, &#8220;Se não te aceitarem receber em Portugal (o que parece ser mais provável) procura um país árabe ou asiático, pode ser que te cortem essa cabeça vazia e desmiolada mais rápido&#8221; do insulto a um (ou serão 2?) portugues V.Excia &#8220;viaja&#8221; para dizer que os asiáticos e árabes são cortadores de cabeças.</p>
<p>Ao que sei V.Excia para além de escritor (será?) é jurista. Mais do que a qualquer desmiolado, isso devia lhe fazer MAIS comedido nas afirmações e reacções, pelo conhecimento que tem (ou devia ter) das consequências que podem advir da atribuição de comportamentos e qualidades que podem ser tomadas por caluniosas ou serem mesmo caluniosas.</p>
<p>Mais enfim. Mesmo os escritores podem se enganar como eu me enganei ao pensar que a responsabilidade de o Jorge ser o que é lhe tiraria a aura de arruaceiro e o fantastackismo que o caracterizava há uma década.</p>
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		<title>Por: &#124; ma-schamba</title>
		<link>http://ma-schamba.com/literatura-mocambique/literatura-mocambicana/comment-page-1/#comment-8912</link>
		<dc:creator>&#124; ma-schamba</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 25 Oct 2008 02:49:09 +0000</pubDate>
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		<description>[...] comentários deste texto o secretário-geral da AEMO deixou o &#8220;Um Branco Falhado dos Miolos&#8220;, seu texto que me [...]</description>
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	[...] comentários deste texto o secretário-geral da AEMO deixou o &#8220;Um Branco Falhado dos Miolos&#8220;, seu texto que me [...]</p>
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		<title>Por: jpt</title>
		<link>http://ma-schamba.com/literatura-mocambique/literatura-mocambicana/comment-page-1/#comment-8911</link>
		<dc:creator>jpt</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 25 Oct 2008 02:36:53 +0000</pubDate>
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		<description>Um ponto sobre este longo texto:

o orador Pacheco Pereira não tem rigorosamente nada a ver com o conteúdo das minhas afirmações e das minhas interpretações. Nem implicita nem explicitamente. E sobre o evento para o qual foi convidado na AEMO só posso testemunhar o seu agrado pelo convite (a priori) e pela realização (a posteriori).

Apenas porque este texto foi aqui depositado registo que o secretário-geral da AEMO -  escrevendo nessa condição como o indica o facto de usar o endereço electrónico e o sítio informático da instituição como referências - se permite insultar brutalmente alguém que acaba de aceder a um convite da associação para ali se deslocar. Insulto ainda para mais assente numa mera conjectura, uma suposição produzida por um pobre pensamento, o da associação de ideias. É, estou certo, uma inovação na história da respectiva instituição.

Sobre a restante prosa, que me é dedicada, passo. Como se compreenderá sem comentários nem ênfase.

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	Um ponto sobre este longo texto:</p>
<p>o orador Pacheco Pereira não tem rigorosamente nada a ver com o conteúdo das minhas afirmações e das minhas interpretações. Nem implicita nem explicitamente. E sobre o evento para o qual foi convidado na AEMO só posso testemunhar o seu agrado pelo convite (a priori) e pela realização (a posteriori).</p>
<p>Apenas porque este texto foi aqui depositado registo que o secretário-geral da AEMO &#8211;  escrevendo nessa condição como o indica o facto de usar o endereço electrónico e o sítio informático da instituição como referências &#8211; se permite insultar brutalmente alguém que acaba de aceder a um convite da associação para ali se deslocar. Insulto ainda para mais assente numa mera conjectura, uma suposição produzida por um pobre pensamento, o da associação de ideias. É, estou certo, uma inovação na história da respectiva instituição.</p>
<p>Sobre a restante prosa, que me é dedicada, passo. Como se compreenderá sem comentários nem ênfase.</p>
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