Nem se via nem se desvia. Quem ia imaginar um impecilho daqueles a querer pintar figura de gente? Não eu. Só de escasso juízo na cabeça se poderia alguém crer na obrigação de pensar no peso das palavras do zureta, espanta-pardais figurado em alardeador de valentias, mal-mijada quantia de homem, pesposta cara naquela hora e data em circunstância de se crer avantajado, rinchador de maus tinos, mas, enfim, no mostrado de si, sua aparência, um merdelhice. Nem isso.”

[Ascêncio de Freitas, Ontem Era a Madrugada]

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