Nada narcísico não posso deixar de aqui partilhar o cume da minha carreira biográfica: eis-me, de modo totalmente espontâneo e inesperado, em grande e substantivo destaque na página social do semanário Savana. Depois deste radical desiderato, que não escondo ter sido um objectivo durante décadas, que mais posso eu almejar?
(e não é uma pequena gralha a beliscar o júbilo deste apogeu)
[Fotografia de Naíta Ussene, texto de Fernando Manuel. Dois gigantes.]



10 comments ↓
Se bem me lembro (quando por ái andei no século passado), Savana era um jornal.
Será que virou revista social?
E a côr?
Abraço
eheheheh

ah tigre, o estigma que carregas…
Fantástico, Zézé!
Abraço,
Bi
He pá, Zeze,
quem são as miúdas?
O Savana sempre teve a mais importante seccao de vida social do pais, caro MB. Desde sempre um inestimavel servico ‘a causa publica
Obrigado a todos. Sr. Maracangalha, sao elas lindissimas, eleganterrimas e criteriosissimas
pelos sorrisos na fotografia, aconhado é uma coisa boa.
Anotei essa não-gralha no meu léxico. Teria mais piada se fosse, mas está muito bem.
Abraço.
onésimo
gralha?!!! não acredito…eheheheh!
bem, a discussão sobre o conteúdo semântico da expressão “aconhado” ultrapassa-me. Para pacificação da minha pobre alma, e ainda para total usufruto do estado de graça que me acometeu, prefiro reduzi-la a involuntária gralha
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