Foi aqui que reparei nos já 18 anos sobre Tiananmen

e este tétrico e emocionante ícone (já agora a sempre deitar para o lixo os inenarráveis guevarismos). E a lembrar-me tambem deste recorte, minha supresa em finais do ano passado lendo o jornal Domingo (penso que a edição imediatamente seguinte ao congresso do partido Frelimo, mas não estou certo). Talvez o melhor símbolo das diferenças de sensibilidade e das diferenças ideológicas. E tambem um símbolo dos tempos que passam. Eu a abrir o jornal, a deparar-me com um artigo sobre Tiananmen, a espantar-me por tal abordagem durante estes tempos tao pró-chineses, e a deparar-me com isto, um elogio turístico, uma lavagem de imagem absoluta. Não há dúvidas, cada um como cada qual. E cada um com o seu espanto. E sempre a minha ingenuidade …


2 comments ↓

#1 hmbf on 06.12.07 at 23:13

contra os canhões
marchar, marchar

#2 JPT on 06.14.07 at 10:45

e havia aquela versão, original, dos “bretões” …

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