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	<title>Comentários em: Acabou o século XX</title>
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	<description>"...cheguei a um acordo perfeito com o mundo: em troca do seu barulho dou-lhe o meu silêncio..." (R. Nassar)</description>
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		<title>Por: candida</title>
		<link>http://ma-schamba.com/historia/acabou-o-seculo-xx/comment-page-1/#comment-10861</link>
		<dc:creator>candida</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Nov 2009 18:51:07 +0000</pubDate>
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		<description>obituário em  tópicos:

. capricórnio

. câncer

Tristes.</description>
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	obituário em  tópicos:</p>
<p>. capricórnio</p>
<p>. câncer</p>
<p>Tristes.</p>
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		<title>Por: Um domingo com Lévi-Strauss &#124; ma-schamba</title>
		<link>http://ma-schamba.com/historia/acabou-o-seculo-xx/comment-page-1/#comment-10803</link>
		<dc:creator>Um domingo com Lévi-Strauss &#124; ma-schamba</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 08 Nov 2009 11:01:11 +0000</pubDate>
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		<description>[...] não são antropólogos. E até invectivas por não ter aqui escrito algo sobre o autor, apesar da modesta homenagem. Agradeço as condolências. Quanto a escrever sobre o autor quem sou eu?, há muito escrito sobre [...]</description>
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	[...] não são antropólogos. E até invectivas por não ter aqui escrito algo sobre o autor, apesar da modesta homenagem. Agradeço as condolências. Quanto a escrever sobre o autor quem sou eu?, há muito escrito sobre [...]</p>
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		<title>Por: ABM</title>
		<link>http://ma-schamba.com/historia/acabou-o-seculo-xx/comment-page-1/#comment-10703</link>
		<dc:creator>ABM</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Nov 2009 22:20:58 +0000</pubDate>
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		<description>Li o texto de Roger - Pol Droit enquanto ouvia a tal de diva ao mesmo tempo (presumo era esta a instrução subjacente, &quot;non?&quot;:

&quot;Dans le prétendu fouillis de la pensée des &quot;sauvages&quot;, il met au jour une complexité, une élaboration, un génie inventif qui ne le cède en rien à ceux des soi-disant &quot;civilisés&quot;.

A sogra interrompeu a selecção de cachequóis (? - bem, o plural de cachecol) para o inverno sul-europeu e entrou no quarto a perguntar que música era esta tão bonita que eu estava a ouvir (ela ainda não consegue imaginar que a internet cuspa estas coisas para fora). &quot;É do computador. É música fúnebre&quot; expliquei. &quot;Fúnebre? de alguém que morreu?&quot; &quot;Sim, um antropólogo francês amigo do Sr Dr JPT&quot;. &quot;Ah. A música é mesmo bonita&quot;. Pois.

Escapei-me de explicar o resto. Mas apercebi-me que Lévi-Strauss foi um gigante nos artifícios da antropologia.

Por razões de percurso, eu fui mais da escola de Margaret Mead, que, entre outras coisas, relatou esta profunda constatação &quot;one of the oldest human needs is having someone wonder where you are when you don&#039;t come home at night&quot;. Ah, a domesticidade intelectual americana. C&#039;est pas la même chose, alors.

Sendo eu um professo fã da literatura obituária do The New York Times, aqui deixo a referência de uma biografia mais rebuscada e terrena de Lévi-Strauss, publicada naquele jornal em 4 de Novembro:

http://www.nytimes.com/2009/11/04/world/europe/04levistrauss.html?pagewanted=1&amp;_r=2&amp;hp</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>	<script type="text/javascript" src="http://ma-schamba.com/wp-content/plugins/encodingcom-wordpress-plugin/swfobject.js"></script><br />
	Li o texto de Roger &#8211; Pol Droit enquanto ouvia a tal de diva ao mesmo tempo (presumo era esta a instrução subjacente, &#8220;non?&#8221;:</p>
<p>&#8220;Dans le prétendu fouillis de la pensée des &#8220;sauvages&#8221;, il met au jour une complexité, une élaboration, un génie inventif qui ne le cède en rien à ceux des soi-disant &#8220;civilisés&#8221;.</p>
<p>A sogra interrompeu a selecção de cachequóis (? &#8211; bem, o plural de cachecol) para o inverno sul-europeu e entrou no quarto a perguntar que música era esta tão bonita que eu estava a ouvir (ela ainda não consegue imaginar que a internet cuspa estas coisas para fora). &#8220;É do computador. É música fúnebre&#8221; expliquei. &#8220;Fúnebre? de alguém que morreu?&#8221; &#8220;Sim, um antropólogo francês amigo do Sr Dr JPT&#8221;. &#8220;Ah. A música é mesmo bonita&#8221;. Pois.</p>
<p>Escapei-me de explicar o resto. Mas apercebi-me que Lévi-Strauss foi um gigante nos artifícios da antropologia.</p>
<p>Por razões de percurso, eu fui mais da escola de Margaret Mead, que, entre outras coisas, relatou esta profunda constatação &#8220;one of the oldest human needs is having someone wonder where you are when you don&#8217;t come home at night&#8221;. Ah, a domesticidade intelectual americana. C&#8217;est pas la même chose, alors.</p>
<p>Sendo eu um professo fã da literatura obituária do The New York Times, aqui deixo a referência de uma biografia mais rebuscada e terrena de Lévi-Strauss, publicada naquele jornal em 4 de Novembro:</p>
<p><a href="http://www.nytimes.com/2009/11/04/world/europe/04levistrauss.html?pagewanted=1&amp;_r=2&amp;hp" rel="nofollow">http://www.nytimes.com/2009/11/04/world/europe/04levistrauss.html?pagewanted=1&amp;_r=2&amp;hp</a></p>
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