A colecção de álbuns de Santos Rufino é coisa de culto. Agora que sei haver uma colecção completa à minha espera em Portugal, aquisição de um bom amigo (quem tem amigos assim … temo até não merecer tamanha felicidade), não resisto a partilhar o acervo digitalizado, algo integrado no trabalho espantoso de Memórias de África, o qual nunca será demais salientar.
Aqui ficam os diamantes – para aí se perderem.
Álbuns Fotográficos e Descritivos da Colónia de Moçambique: Companhia de Moçambique – A Cidade da Beira. Aspectos do Território - [Álbuns Fotográficos e Descritivos da Colónia de Moçambique]
Autor(es): José dos Santos Rufino | Pags.: 113
Álbuns Fotográficos e Descritivos da Colónia de Moçambique: Distrito de Moçambique – Aspectos Gerais - [Álbuns Fotográficos e Descritivos da Colónia de Moçambique]
Autor(es): José dos Santos Rufino | Pags.: 134
Álbuns Fotográficos e Descritivos da Colónia de Moçambique: Distrito de Quelimane – Aspectos Gerais - [Álbuns Fotográficos e Descritivos da Colónia de Moçambique]
Autor(es): José dos Santos Rufino | Pags.: 120
Álbuns Fotográficos e Descritivos da Colónia de Moçambique: Gaza e Inhambane – Aspectos Gerais - [Álbuns Fotográficos e Descritivos da Colónia de Moçambique]
Autor(es): José dos Santos Rufino | Pags.: 133
Álbuns Fotográficos e Descritivos da Colónia de Moçambique: Lourenço Marques – Aspectos da Cidade, Vida comercial, Praia da Polana, etc. - [Álbuns Fotográficos e Descritivos da Colónia de Moçambique]
Autor(es): José dos Santos Rufino | Pags.: 155
Álbuns Fotográficos e Descritivos da Colónia de Moçambique: Lourenço Marques – Edifícios Públicos, Porto, Caminhos de Ferro, etc. - [Álbuns Fotográficos e Descritivos da Colónia de Moçambique]
Autor(es): José dos Santos Rufino | Pags.: 118
Álbuns Fotográficos e Descritivos da Colónia de Moçambique: Lourenço Marques – Indústrias, Agricultura, Aspectos das Circunscrições, etc. - [Álbuns Fotográficos e Descritivos da Colónia de Moçambique]
Autor(es): José dos Santos Rufino | Pags.: 130
Álbuns Fotográficos e Descritivos da Colónia de Moçambique: Lourenço Marques – Panoramas da Cidade - [Álbuns Fotográficos e Descritivos da Colónia de Moçambique]
Autor(es): José dos Santos Rufino | Pags.: 38
Álbuns Fotográficos e Descritivos da Colónia de Moçambique: Raças, Usos e Costumes Indígenas. Fauna Moçambicana - [Álbuns Fotográficos e Descritivos da Colónia de Moçambique]
Autor(es): José dos Santos Rufino | Pags.: 143
Álbuns Fotográficos e Descritivos da Colónia de Moçambique: Tete e Cabo Delgado (Niassa) – Aspectos Gerais - [Álbuns Fotográficos e Descritivos da Colónia de Moçambique]
Autor(es): José dos Santos Rufino | Pags.: 104

9 comments ↓
um gajo clica e dá nisto: “My 404 page is better than yours.” e depois uma parga de instruções sei lá de quê. é mesmo assim ou os links ficaram gatados?
ah! tou a lembrar-me que o “Companhia de Moçambique”, já há uns bons anos atrás, editou parte dos álbuns de Santos Rufino. Creio que não todos mas boa parte. deves ter o link, ou tiveste-o. o blogue esteve fechado anos mas há coisa duns 6 meses meteu um post, que julgo ter sido neto único. agora com esta conversa a ver se me lembro de passar por lá para ver se há continuidade
Quem tem amigos assim tem quase tudo….e quem tem esta colecção também tem quase tudo. No arquétipo necessário para um pouco melhor se entender a mágica do que foi Lourenço Marques e agora desembocou no que é a algo descentrada actual capital de Moçambique, é importante entender como e porquê se escolheu aquele local, quando e como. A componente tijolos e cimento – magnificamente reproduzida na colecção de Santos Rufino, ajuda a entender um pouco melhor todo esse contexto. Se o esforço dos “Memórias de África” foi simpático, se repararem não permite descarregar as imagens, uma pequena sacanice sem nexo. Fica, para quem pode, “the real thing”. Mas há outros documentos que complementam esta excepcional colecção, que venho recolhendo há anos um pouco por todo o mundo. Acho piada que agora decorre um concursizito sobre algumas das construções feitas pelos anciãos portugueses por toda a parte e cidades como Maputo e Luanda, ex-libris da presença portuguesa se eles existem, não constam. Ou a HCB. Mas hey não fui eu que organizei o concurso. Lembro-me de uma vez ter ido, dissimulado num avião cheio de italianos, passar uma semana às Maldivas, uma anacrónica e microscópica república islâmica perdida na imensidão índica, apenas para descobrir que o feriado principal era o alegado dia em que um cheque qualquer correu com uns portugueses que por lá andavam no séc. XVIII. Sorri, mandei vir um sumo de ananás cheio de gelo e fui molhar os dedos grandes do pé para as tépidas e cristalinas águas.
não se consegue ver nada
que raio de servidor de blog é que tu tens?
Podendo o dono do blogue estar a águas neste momento, tomo a liberdade de mandar o linco directo (neologismo luso-cha-cha-cha), que os interessados devem copiar e inserir em cima na zona dos endereços:
http://memoria-africa.ua.pt/Digital-AFDCM.aspx
Recomendo os álbuns 1, 2, 3 e 4, que são dedicados à Cidade de Lourenço Marques
Obrigado pelo aviso. Já está resolvido.
É Cláudia, tenho muitos problemas de acesso ao blog, como tenho resmungado. Mas neste caso o que se passou é que copiei a ligação sem reparar que não dava acesso.
ABM, para além dos múltiplos agradecimentos, e sobre as Maldivas: Maputo e Luanda não irão a votos nesse concursozito, sequela do melhor português de sempre, pois não entrariam nos números da grandeza pátria no tempo de El-rei D. João II e sequelas. E – fundamentalmente – depois da bronca do voto popular no Salazar (a gente farta do Socrates cabula e aldrabáo acabou a votar no “senhor professor de coimbra” de tal maneira que foram buscar o professor vital moreira) terá havido o cuidado de não arranjar problemas políticos com os países das quais essas cidades são capitais.
Cumprimentando o dono da casa e os visitantes…
Foram-me doados por familiar próximo, radicado durante alguns anos em Nampula, alguns destes albuns fotográficos de Moçambique “José dos Santos Rufino”, nomeadamente o nº 2 – Lourenço Marques (Edifícios Públicos, Porto, Caminhos de Ferro, etc.), o nº 6 – Quelimane (Aspectos gerais) e o nº 8 – Tete e Cabo Delgado/Niassa (Aspectos Gerais).
Alguém me auxilia informando-me do que posso ou devo fazer, em termos de interesse, preservação ou guarda destes albuns?
Antecipadamente grato,
mls
Olá MLS
A tua mensagem não é lá muito específica.
Se a ideia é guardares e os albuns estiverem em boa condição, guarda no fundo da gaveta e vê de vez em quando, suponho, é o que faço. Podes querer completar a colecção, que são os dez albuns citados acima.
Se não os queres, há sempre quem queira, o mercado é pequeno e tortuoso mas existe. Não são os documentos mais raros que há, eles vão aparecendo mas é às pinguinhas. Ao longo dos anos eu comprei vários para oferecer. Tipicamente aparecem quando alguém morre e o herdeiro não quer saber daquilo para nada. Parece-me que o melhor mercado é Portugal mas não faço ideia se há compradores decentes em Moçambique. Devia haver mas…
O valor depende da condição dos ditos cujos.
Grato pela informação!
Não tenho necessidade – por enquanto – de vender mas tratava-se antes de visualizar melhor aproveitamento do que tê-los na gaveta vai para duas décadas.
Suscitou-me alguma curiosidade ter lido uma obra sobre as Ilhas Quirimbas e lidar com alguns slides cujo tema principal era Porto Amélia.
De qualquer das formas fico agradecido pelo conhecimento acrescido.
Cumprimentos,
mls
[...] célebres Álbuns Fotográficos e Descritivos da Colónia de Moçambique (com ligação para a sua completa apresentação digitalizada organizada pelo projecto Memórias [...]
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