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Nas Nuvens.

Da Zambézia para Manica.

PSB

O hotel na “Casa do Capitão”, em Inhambane

O texto dedicado ao novo hotel na “Casa do Capitão” na baía de Inhambane foi de novo aumentado, com imagens que recebemos do Rui Monteiro.

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Ainda a “Casa do Capitão” em Inhambane

Na sequência da conversa que tem decorrido na respectiva caixa de comentários o texto “A Casa do Capitão, na Baía de Inhambane” foi actualizado com novas fotografias.

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A Casa do Capitão, na baía de Inhambane

Aqui,

que estava assim,

constrói-se deste modo

para ficar desta forma

Sabedores da construção do hotel (e timesharing), propagandeado em Maputo, logo que chegados a Inhambane apressámo-nos a ir ver o resultado. Fico, ao volante, balbuciando “Meu Deus!! … [nestas alturas dá-me para o deísmo, mas em molde de ateu, vituperando este deus preguiçoso e incompetente que nos rege o devir] … Meu Deus!, isto parece, isto parece …” e logo no banco de trás a Carolina, nos seus sete anos desconhecedora de debates arquitectónicos, urbanísticos, culturais ou ecológicos, remata “pai, isto parece o serviço!”.

Adenda: na caixa de comentários surgiram (legítimas) dúvidas sobre o que aqui tentei demonstrar. Como acima refiro a minha filha esgotou-me a argumentação sobre o assunto. Deixo mais uma pobre fotografia, que é o máximo que posso tentar para elucidar os visitantes [e, já agora, os futuros "timesharers"]

 

[pressionando as fotografias elas aumentam]

Adenda: Nos comentários ao texto o Rui Monteiro argumenta sobre o assunto e lamenta a inexistência de fotografias da “casa do capitão”, disponibilizando-se para as ceder. Eu aí explico porque não considerei relevante colocá-las, nem mesmo fotografá-las. Ainda assim, e enquanto ele não envia as suas coloco as minhas duas fotografias em que o velho edifício surge. A segunda dará uma pequena amostra da sua escala face ao empreendimento. Mas não dão, reconheça-se, sequer uma pálida ideia do que nesse edifício (a antiga casa) será feito.

 

 

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Segunda Adenda: o Rui Monteiro - e agradeço-lhe - enviou fotografias do interior da construção, no contexto da antiga “Casa do Capitão”, que possibilitam uma outra panorâmica do edifício. Mandou ainda duas, as finais, sobre a “Casa” propriamente dita e sua porta, mantida.

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Terceira Adenda: Um texto no PembaAtoll dedicado a este tema, e que me parece de bastante interesse.

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Comércio Chinês

Inhambane Janeiro 2010 Wang Rong loja Chinesa

Irresistível a onda comercial chinesa. Este é o estabelecimento Wang Rong em Inhambane. Recente edifício, recente mercado. Bastos produtos, à escala local, com preços “imbatíveis”. De imediato me pergunto sobre qual virá a ser o efeito sobre as tradicionais pequenas lojas inhambanenses, que implicam um muito peculiar meio sociológico e sempre deram um tom especial, uma personalidade à cidade. Mas este não é um texto saudosista, ou promovendo o imobilismo. É apenas uma legenda à fotografia, que é absolutamente exemplar. Pois implica o “pacote” económico-simbólica agora chegando. Repare-se no pormenor espantoso (pormaior!). Numa cidade ainda verdejante os canteiros que abrilhantam a entrada da grande loja (à escala local) são local de brilhantes plantas de plástico!! Em Inhambane …!

É, decididamente, o triunfo do mundo plástico. Ordinário.

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O cidadão consumidor

Já em tempos abordei a monumentália (e toponímia) empresarial, da modalidade identitária que isso implica, da alteração política que isso transpira, tudo isso a coberto da mítica entidade “publicidade” que muito mais é do que parece. E do (meu) des-gosto estético, já agora. Algo que é recorrente, em vários países. Sinal dos tempos. Agora foi esta

Inhambane Janeiro 2010 178

Praça MCEL, em Inhambane. Para me lembrar, se esquecido estivesse, desta cidadania consumidora. Global.

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Acordo Ortográfico: glocalização

Inhambane Janeiro 2010 2M no Tofo3

[Praia do Tofo, Janeiro 2010]

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O Acordo Ortográfico: globalização

Inhambane Janeiro 2010 associacao turismo

[Cartaz impresso da associação de empresários turísticos da província de Inhambane - integrando vários anglófonos]

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O Acordo Ortográfico: lusofonia

Inhambane Janeiro 2010 hotel tofo

[Dístico colocado no bar-restaurante do Hotel do Tofo, propriedade de cidadão português]

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Chapa, Ilha de Moçambique, Maio de 2009

Praça Samsung, Lisboa

Criaram-me numa sociedade, e assim a ela me afeiçoei, onde um Estado presente demarcava os espaços privados e públicos. O privado corpo, sua epiderme e suas vestes, regidos por regras de “bom-gosto” e jurisprudência, reafirmadas na escola e tropa, geridas no dia-a-dia por via suave do sorriso alheio e por via explícita pela admissão aos espaços estatuários e económicos; a privada onomástica, regulando a cadeia espiritual das famílias por via da desejada herança dos nomes antepassados, cujo hipotético défice era colmatado pelo recurso ao calendário cristão, encaixados numa lista permitida de denominações.

O público com a regulação da toponímia e monumentalidade, marcadores do que é constitutivo, do que deve ser horizonte – para um lisboeta oriental que melhor exemplo de um evoluir social do que passar da toponímia do Olivais colonial para a do Telheiras universitário?

Envelhecendo fui sorrindo à desagregação das velhas fórmulas: a onomástica revolucionada pelo acordo histórico da sovietização com a novelização – o advento popular do katia-natashismo, à que se seguiu a muito arrivista resposta pequeno-burguesa do complexo martim-matildismo.

A corporal, com a desesperada tentativa de individualização por via das etiquetas da roupa (e seus dizeres), um alguém feito na sua etiquetização – algo que lembro descobrir na puberdade liceal quando os piores alunos vestiam T-shirts de universidades americanas, essas que um dia descobri serem uma Ivy League destinada aos melhores.

Nos últimos anos com o tatuísmo – algo ao qual tenho o desprezo que os católicos votam ao suicídio -, mísera tentativa de individualizar o corpo por via de modas colectivas. Mísera mas desesperada, como o provam as tardo-trintonas pré-divorciadas tatuando as antecâmaras do pudendo mas sem a coragem (ou o saber?) para as escarificar. Uma cultura pré-erótica com laivos de libidonosa, o histriónico pré-individualista em busca de o ser.

Mais interessante é a privatização simbólica dos espaços públicos. Chegado a Moçambique logo me surpreendi com a evidência deste modelo, o que julguei ser a ausência de uma projecção estatal dos modelos culturais a seguir, fruto das rápidas transformações que o ainda novo país tem sofrido, e de uma historiografia ainda incipiente.

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À “Praça da Coca-Cola” na Beira ou à “Praça da Coca-Cola” em Nacavala (aldeia em Nampula) entendi-as como evidências de um “Estado fraco” (soft state, coisa das teorias sociológicas), incapaz, ou desinteressado, de utililizar todos os meios tradicionais – a monumentalidade e a toponímia – para gerar e gerir modelos culturais padronizadores e disciplinadores dos seus cidadãos.

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Chego a Lisboa e encontro a primeira praça entre o aeroporto e a cidade, o seu novo centro ribeirinho, as novas “portas da cidade”. A toponímia consagra-a Praça Samsung, a monumentalidade dá-nos uma evolução de Rodin a la carte.

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Compreendo que estava errado. Não se trata de qualquer “Estado fraco” (soft state). Trata-se de um Estado empresarial (corporate state), um vero hard state veiculando através dos seus espaços de intervenção os modelos culturais a seguir – não Duarte Pacheco (ali meio esconso numa praça vizinha), nem D. José I, nem República ou Monarquia, nem Militar nem Literatura, nem História Épica nem História Crítica.

Sim o Consumo. O cidadão consumidor. (De preferência tatuado e sob pronto-a-vestir muito inscrito). Chame-se Sancho ou Teodorica, Kátia ou Fábio, que isso pouco importa.

E assim faço este requiem a um “paper” sobre Moçambique. Injustificado, pelo comparativismo.

Declaração de interesses: sou um exagerado consumidor da cafeína adocicada da Coca-Cola. E o meu novo telefone é um Samsung.

Uma espécie de safari artístico

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Provando o empenho acima ilustrado o Toix apresenta eco do tal “safari artístico”, fotografias de fotógrafo do primeiro passeio informal do género, ocorrido sábado passado. Nas suas imagens constam vários dos participantes, grupo heterogéneo constituído segundo o magno critério de terem respondido ao sms-desafio. A ideia é continuar com regulares passeios pelos ateliers da cidade, um sábado de quando em vez. Agora o programa, amputado de uma visita por indisponibilidade de última hora de um artista constou de deslocações

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ao sítio de Pekiwa, na Matola-Rio. Aí aconteceu um um desvio temático, calcorreando-se o caminho até às

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Salinas do Zacarias, ali mesmo na Matola-Rio, onde chegámos à hora do despegar.

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Avançou-se então para o Bairro do Jardim, a casa de Idasse. E, depois de um longo almoço no Choupal, que as galinhas tardaram em modorra acentuada

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seguiu-se à Munhuana, a casa de Noel Langa. Onde foi também tempo de recordar os velhos tempos dos anos 90s onde ali era sede noctívaga, jazz certo. Em honra disso juntámo-nos ao balcão, um longo gin, momentos dos quais não há registo fotográfico.

Finalmente (o que é apenas uma maneira de dizer)

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os resistentes foram ao Franco-Moçambicano, saudar a inauguração da exposição (Ti)Nyanga, fotografias de Brigitte Bagnol e Esmeralda Mariano. Bebeu-se um copo, e ainda outro, que a loja do Centro (versão loja da Bia) aniversariava pela primeira vez.

Depois, quem ainda quis, e foram alguns, diluíu-se nas mesas do Zambi, em intuitos de jantar que foi já ceia.

Para o mês que vem haverá mais. Se houver interessados.

Discovering Mozambique na Royal Geographical Society.

Túmulo de Mucuto-Muno

A caminho da Ilha lá está a placa indicativa do monumento a Mucuto-Muno, chefe dos Namarrais, que combateram “suaílis” e portugueses desde que chegaram à região, em meados de XIX. Visitei o pequeno obelisco que homenageia o “herói da resistência” ao colonialismo, objecto típico do “nation-building”, ao que me contaram inaugurado nos anos 80 – presumo, mas a referência cronológica local foi que o evento ocorreu “antes da guerra da Renamo” ter atingido a zona – pelo Presidente Samora Machel.

Difícil de encontrar, pois a estrada está cortada pela vegetação - ao que me dizem é limpa regularmente, pois acontecem cerimónias cíclicas no local e, inclusive, visitas das autoridades provinciais. 

 

Felizmente um residente nas proximidades acompanhou-me gentilmente ao local.

 

E aqui ficam o obelisco e a campa, onde à superfície repousam alguns pertences – até a arma de fogo do antigo chefe. Intocados. Em enorme, até tocante, demonstração de respeito. 

A uma hora da estrada de alcatrão. Mais do que justificada visita.

o tal do canhangulo

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Caça com canhangulo

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[Nampula, 2008]

Elogio do Barbeiro

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[Barbearia "Quem Procura Acerta", Lumbo, Maio 2008]

Mais um contributo para esta causa própria.

Beijo-de-mulata

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Aprendizagem de fim-de-semana (Mailane).

Embondeiro bebé

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Socialização: levando os bebés à sombra do embondeiro bebé … Actividades de fim-de-semana (pomar de Mailane)

A ponte

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Há algum tempo, e depois de uma incessante busca, aqui deixei registo de uma verdadeira ponte lusófona, até surpreso por a ter conseguido encontrar, tão procuradas elas o são (foram?). E ainda para mais na até longínqua Mocuba.

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Agora, por mero acaso, encontro a fonte de tão inusitado encontro. E isso ao ler “Cardeal Cerejeira. Fotobiografia“, de José da Cruz Policarpo (Lisboa, Editorial Notícias, 2002), interessante introdução ao fotobiografado e à sua (longa) época, a fazer justiça ao desafio do autor: “Evocar a sua figura através de fotografias da época, aguçará o apetite para um estudo histórico de maior fôlego” (13).

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[Cerimónia de Abertura da Exposição do Mundo Português (2 de Julho de 1940).]

Uma época rica, uma iconografia ideológica hoje deliciosa de observar e de analisar. E de, até malevolamente, deixar reconhecer descendências.

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Aprendo ainda que “Depois da Madeira, São Tomé e Angola, onde visitou várias cidades, Cerejeira chega a Moçambique (na foto … desembarcando do Serpa Pinto) onde preside à cerimónia da sagração da Catedral de Lourenço Marques (14 e 15 de Agosto) e em Mocuba, sobre o rio Licungo, inaugura uma ponte com o seu nome.” (109).

Ora aí está, a tal ponte lusófona, ex-Cerejeira. Não há coincidências. Nem no já longínquo então. Nem no próximo então. O mesmo pacote intelectual: medieval; neo-medieval.

Matalana, hoje

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Orquestra no Centro Cultural de Matalana, essa utopia de Malangatana. A chuva, em dilúvio, abençoou. Para as nossas memórias – e, talvez nebulosas, para as dos nossos mais novos.

Um celular para Elísio Macamo

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aqui o deixara. Mas repito-o: Mopeia-sede é uma vila plana. Este é o único local onde há rede, decerto por razão mágica (a magia propiciada pelo monumento da “nation-building”, presumo). E é aqui que se encontram as pessoas nos pequenos degraus monumentais, telemóveis/celulares* ao alto em demanda da rede.

Que sirva para acompanhar a digressão de Elísio Macamo sobre a celularização nacional: I, II, III, IV (e continuará).

*Um acordo ortográfico urge para que nos possamos entender…

Gondola (4)

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Propriedade municipal

Gondola (3)

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Bairro Ferroviário

Gondola (2)

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Instruções pictóricas para o casamento.

Gondola (1)

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Igreja Católica Romana

Piripiri Sakana

Há alguns meses no Dondo contactei com estes preparativos para a comercialização de piripiri, um projecto da Fundação L.Vida que implica o fomento do seu plantio.

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Agora em Maputo felicito o meu palato – e o de vários já fiéis co-consumidores. A marca de piripiri Sakana não é apenas forma de incremento de rendimentos das famílias do Dondo. É um must de marketing. E uma excelência à nossa mesa.

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Entenda-se, em particular para os mais cépticos e/ou adeptos da malagueta (como este bloguista): a geleia de piripiri Sakana é uma descoberta inolvidável.

Adenda: de meu conhecimento o mais que recomendável produto é vendido no Talho Polana e na sede da Fundação (Avenida Mao Tse Tung).

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Sede da Liga dos Direitos Humanos, Morrumbala.

Zambeze em Chimuara

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Sim, o “mighty Zambezi” em Chimuara. Sim, eu sei que as águas subiram ali, entrando nas barracas de comércio – as quais continuaram a funcionar, mas isso é outra história … O que eu continuo a não perceber, por mais anos que me passem, é como é que ninguém se lembra de colocar um contentor para o lixo. Não há administração por lá?

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Restaurante-Bar Wimbe, Gondola, Fevereiro 2008