“Realista” apresenta-se. E explicitado no texto do catálogo, de Júlio Carrilho: “… imbuindo a sua obra de um imaginário nacional (se é que tal existe como facto geral)…”. Mas tais ideias poderiam induzir em erro - pois assim o sendo há neste seu universo um despojamento silencioso, um tenso ar que alguém dirá poesia, que (me) equivale a um murro na alma. Uma grande exposição. Enorme.

“Este poço não tem água” (oleo sobre tela, 95X70 cm, 2007)
“Vamos à produção” (acrílico sobre tela, 95X70 cm, 2007)
No Museu Nacional de Arte, até 16 de Dezembro, com debate alusivo a decorrer no próximo dia 6.

