O novo sítio do fotógrafo Luís Abélard.
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Julho 21st, 2008 — Fotografia Moçambique, Luis Abelard
A Ilha em Lisboa
Julho 7th, 2008 — Ilha de Moçambique, Luis Abelard, Sérgio Santimano
Inauguração no dia 9 de Julho, próxima quarta-feira, às 19.30. Em Lisboa, na Fábrica de Braço de Prata (aos Olivais), com a presença dos seus autores Sérgio Santimano e Luís Abelard: “Ilha de Moçambique a preto e cor“. E lá estará durante o mês de Julho.
Setembro 19th, 2007 — Fotografia Moçambique, Ilha de Moçambique, João Paulo Borges Coelho, Literatura Moçambique, Luis Abelard, Paulo Varela Gomes, Sérgio Santimano
Uma crítica a “Campo de Trânsito” de João Paulo Borges Coelho, assinada por Teresa Sá Couto. Um livro de que se tem falado bem menos do que esperei.
Sobre a apresentação na Ilha da exposição “A Ilha de Moçambique a Preto e Cor”, de Luís Abelard e Sérgio Santimano, no 2+2=5.
Paulo Varela Gomes sobre os Olivais, um texto no Blitz de 1985.
Setembro 13th, 2007 — Luis Abelard
Multifotógrafo.
Setembro 1st, 2007 — Fotografia Moçambique, Luis Abelard
A Ilha de Moçambique a Preto e Cor
Agosto 31st, 2007 — Fotografia Moçambique, Ilha de Moçambique, Luis Abelard, Sérgio Santimano

(A Ilha de Moçambique a Preto e Cor, exposição fotográfica de Luis Abelard e Sérgio Santimano. Esta semana na rua das Arcadas, Ilha)
(Luis Abelard)
Ten years after
Junho 4th, 2007 — Luis Abelard, Maputo, Música Moçambique
(Orlando e os Kinamatha)
(JoséMucavele)
(Hortêncio Langa, Carlos Tê - que cantou -, José Mucavele, Rui Veloso)
- Outubro 1997, Tchova Xita Duma, fotografias anónimas.
(Zé Nabo)
(Rui Veloso)
- Maio 2007, Coconuts, fotografias de Luis Abélard
Fevereiro 21st, 2007 — Cheias, Luis Abelard, Nelson Saute

Em plenas cheias o Nelson Saúte lembra-as.
(fotografia de Luís Abelard, 2000)
Agosto 10th, 2006 — Luis Abelard
Linha Editorial do Ma-Schamba (agora) colectivo
Dezembro 15th, 2005 — Luis Abelard, MS, Ma-Schamba
[Fotografia Luís Abelard]
(MS e JPT)
A questão
Maio 23rd, 2005 — Luis Abelard
Individual de Luis Abélard
Maio 11th, 2005 — Luis Abelard
No Camões desde hoje

Caminhos, individual de fotografia de Luís Abélard. Na Beira para o mês que vem.
Maio 2nd, 2005 — Luis Abelard, Sérgio Santimano

Depois, espera-se, será apresentada em Moçambique. Talvez ainda este ano. Até lá, portanto. Se entretanto nada então pilharei o decente catálogo aqui deixando amostra.
Adenda Cultural: Para quem for a Sagres ver a exposição, que o justifica, não posso deixar de me repetir, aconselho vivamente uma pequena saltada a Vila do Bispo, até à instituição Café Correia (encerra(va?) aos sábados), dedicando-se porventura às melhores lulas recheadas do mundo.
Semana de fotografias
Maio 20th, 2004 — Luis Abelard, Sérgio Santimano
1. Uma mostra colectiva de fotografias obtidas durante o Festival do Baluarte na Ilha de Moçambique, durante a sua primeira edição, no ano passado.
Organizada para publicitar a segunda edição, a ocorrer no último fim-de-semana de Junho. Publicitar e angariar apoios empresariais. O festival é uma iniciativa digna, este ano virão mais de cem artistas da Reunião e de Mayotte. Animação cultural, turismo, criação de um ritmo cíclico de visitas. É o caminho para a vida da Ilha, e para a sua publicitação.
Volto à mostra, um bocado desigual, que isto de misturar grandes profissionais com amadores e ainda com curiosos, fica assim um bazar para pedir apoio. Que o arranje, pelo menos. O grande Sérgio Santimano, com um punhado de belissimas fotos espessas. O Jorge Neto do Africanidades, então por cá (e que pena que não nos tivessemos cruzado) e o meu amigo Luís Abelard, a jogar no movimento. E ainda dois fotógrafos franceses, não retive o nome.
Mostra desiquilibrada. Mas boas fotos, ainda que de campeonatos diferentes. E é sempre a Ilha. Mas mesmo que tenha sido organizada para pedir apoios este já não é tempo para fazer as coisas coisas assim. Nem se distribui uma mísera fotocópia para que saibamos quem lá está nas paredes, que já nem se pede o desdobrável de alcunha “catálogo”. Não há dinheiro? Cortassem as chamussas.
2. Uns dias depois exposição de Martin Hansen acompanhado de uma pequena colectiva das suas alunas. Fotografia digital. Nem falo das fotos, que são o mais importante (e por isso aí está o elo para o sítio do fotógrafo, posto no Ma-Schamba há meses, logo que dele tomei conhecimento).
Acho absolutamente inacreditável que se faça uma exposição em Maputo e que toda a informação disponível seja em inglês. Pruridos tardo-coloniais aqui do tuga, temeroso de um Mozambique futuro? Nada mesmo! Nada mesmo! Desgosta-me sim a arrogância de quem aqui expõe e não se digna a traduzir para uma língua nacional: “To whom it is codfish is enough”. Não há atrasos que justifiquem isto, apenas desinteresse. Mesmo que a exposição seja virada para um “beautiful people” cuja beleza é (apenas) o esbranquiçado da pele. Haja, pelo menos, o simulacro do respeito. Seja lá onde se expõe.
“An Eye for diversity”? A diferença dos outros…traduz-se por via destes passos.
Nem os franceses por cá fazem isso.
Enfim, o elo está aí, as fotografias são bonitas. Bonitas, pronto.






