Entries Tagged 'Luis Abelard' ↓

Curso de Fotografia no Clube Marítimo

Curso de Fotografia

Noções Básicas:

- Luz – O que é, como se utiliza
- Rolo/Digital – Sensibilidades e sua importância
- Velocidade/Tv – Conceito, aplicações práticas
- Abertura/Av – Função, importância e relação com
- Profundidade de campo – O que é, para que serve
- Trabalho de campo

Equipamentos:

- Cameras – Tipos, funções e possibilidades.
- Objectivas – Tipos, aplicações, limitações, aberrações.
- Tripé/monopé – Importância e aplicação prática
- Flash – Porquê, como e quando
- Fotómetro – Luz incidente e luz reflectida
- Trabalho prático

Tomada de Vistas:

- Tema – Objectivo e função
- Composição – Estética e plasticidade.
- Enquadramento – Regras gerais, importância
- Retrato, Paisagem, Desporto – Como e o que fazer.
- Trabalho prático

Trabalhos práticos:

 - Avaliação do trabalho produzido, discussão e esclarecimento de dúvidas

Data

Horário

Local

Sábado – 21 de Nov. 09:00h – 12:00h Clube Marítimo de Desportos
Quarta 25 Nov. 18:30h – 20:00h Clube Marítimo de Desportos
Quinta 26 Nov. 18:30h – 20:00h Clube Marítimo de Desportos
Terça 01 Dez 18:30h – 20:00h Clube Marítimo de Desportos
Quinta 03 Dez 18:30h – 20:00h Clube Marítimo de Desportos
Sábado 05 Dez 09:00h – 12:00h Baixa e CMD

 Preço – $400USD

Sócios do Clube Marítimo de Desportos: 10% desconto

Muito importante: Trazer sempre a sua máquina para ser utilizada. Não importa o modelo nem tamanho.

Nota: a responsabilidade do curso é do Luís Abélard. A inscrição presume-se que será feita no Clube Marítimo. Ou via endereço electrónico:

bcmoc[@]tropical.co.mz

Bienal TDM 09: debates

No âmbito da realização da XXª edição da Bienal TDM 09, a sua Comissão organizadora preparou um conjunto de actividades paralelas ao evento de entre as quais ciclos de debate destinados a reflectir e aprofundar o conhecimento e problemática das Artes Plásticas em Moçambique. As sessões decorrerão no Museu Nacional de Arte.

1. Conversa com os artistas premiados Faizal Omar, Domingos Mabongo e Titos Pelembe
05-11-09, Quinta-feira, às 18 horas

2. A Fotografia documental e as possibilidades actuais.
Oradores: Sérgio Santimano e Luís Abelard
11-11-09, Quarta-feira, às 18 horas

3. Bienal TDM 2009: Espaços de Hoje: Desafios e Limites – Curadoria
Oradores: Jorge Dias, Gilberto Cossa e José Teixeira
12-11-09, Quinta-feira, as 18 horas

jpt

O novo sítio do fotógrafo Luís Abélard.

A Ilha em Lisboa

Inauguração no dia 9 de Julho, próxima quarta-feira, às 19.30. Em Lisboa, na Fábrica de Braço de Prata (aos Olivais), com a presença dos seus autores Sérgio Santimano e Luís Abelard: “Ilha de Moçambique a preto e cor“. E lá estará durante o mês de Julho.

(Luis Abelard)

(Sérgio Santimano)

Uma crítica a “Campo de Trânsito” de João Paulo Borges Coelho, assinada por Teresa Sá Couto. Um livro de que se tem falado bem menos do que esperei.

Sobre a apresentação na Ilha da exposição “A Ilha de Moçambique a Preto e Cor”, de Luís Abelard e Sérgio Santimano, no 2+2=5.

Paulo Varela Gomes sobre os Olivais, um texto no Blitz de 1985.

(Barraca “Vizinho do Aeroporto”, Nampula. Fotografia (a meu pedido) de Luis Abelard)

Multifotógrafo.

A Ilha de Moçambique a Preto e Cor


(A Ilha de Moçambique a Preto e Cor, exposição fotográfica de Luis Abelard e Sérgio Santimano. Esta semana na rua das Arcadas, Ilha)
(Luis Abelard)


(Sérgio Santimano)


(olhando fotos)

(Ma-Okhwiri, revelando fotos)

Ten years after

(Orlando e os Kinamatha)

(JoséMucavele)

(Hortêncio Langa, Carlos Tê – que cantou -, José Mucavele, Rui Veloso)

- Outubro 1997, Tchova Xita Duma, fotografias anónimas.

(Zé Nabo)

(Rui Veloso)

- Maio 2007, Coconuts, fotografias de Luis Abélard


[Luís Abelárd, Umbeluzi, Boane]
Há um ano deixei esta fotografia. Encontrada numa parede de exposição, a chocar-me pelo inesperado da confrontação. Agora o Luís, máquina amiga, ofereceu-ma. Tenho-me, assim, retratado na parede de casa.

Linha Editorial do Ma-Schamba (agora) colectivo

F1060007.JPG

[Fotografia Luís Abelard]

(MS e JPT)

A questão

abelardfoto-thumb.jpg 

[Fotografia Luis Abélard]

Para onde ir se não há caminho?

Individual de Luis Abélard

No Camões desde hoje

Abelard.jpg

Caminhos, individual de fotografia de Luís Abélard. Na Beira para o mês que vem.


Moçambique. A Ilha a Preto & Cor é uma exposição fotográfica, trabalho de Luís Abélard e Sérgio Santimano. Estará patente na Fortaleza de Sagres até Junho próximo, actividade integrada nas animações do Faro Capital Nacional da Cultura 2005.

Depois, espera-se, será apresentada em Moçambique. Talvez ainda este ano. Até lá, portanto. Se entretanto nada então pilharei o decente catálogo aqui deixando amostra.

Adenda Cultural: Para quem for a Sagres ver a exposição, que o justifica, não posso deixar de me repetir, aconselho vivamente uma pequena saltada a Vila do Bispo, até à instituição Café Correia (encerra(va?) aos sábados), dedicando-se porventura às melhores lulas recheadas do mundo.

Semana de fotografias

(Depois de tantos anos a ver onde ponho os pés acho que posso pôr a pata na poça).

1. Uma mostra colectiva de fotografias obtidas durante o Festival do Baluarte na Ilha de Moçambique, durante a sua primeira edição, no ano passado.

Organizada para publicitar a segunda edição, a ocorrer no último fim-de-semana de Junho. Publicitar e angariar apoios empresariais. O festival é uma iniciativa digna, este ano virão mais de cem artistas da Reunião e de Mayotte. Animação cultural, turismo, criação de um ritmo cíclico de visitas. É o caminho para a vida da Ilha, e para a sua publicitação.

Volto à mostra, um bocado desigual, que isto de misturar grandes profissionais com amadores e ainda com curiosos, fica assim um bazar para pedir apoio. Que o arranje, pelo menos. O grande Sérgio Santimano, com um punhado de belissimas fotos espessas. O Jorge Neto do Africanidades, então por cá (e que pena que não nos tivessemos cruzado) e o meu amigo Luís Abelard, a jogar no movimento. E ainda dois fotógrafos franceses, não retive o nome.

Mostra desiquilibrada. Mas boas fotos, ainda que de campeonatos diferentes. E é sempre a Ilha. Mas mesmo que tenha sido organizada para pedir apoios este já não é tempo para fazer as coisas coisas assim. Nem se distribui uma mísera fotocópia para que saibamos quem lá está nas paredes, que já nem se pede o desdobrável de alcunha “catálogo”. Não há dinheiro? Cortassem as chamussas.

2. Uns dias depois exposição de Martin Hansen acompanhado de uma pequena colectiva das suas alunas. Fotografia digital. Nem falo das fotos, que são o mais importante (e por isso aí está o elo para o sítio do fotógrafo, posto no Ma-Schamba há meses, logo que dele tomei conhecimento).

Acho absolutamente inacreditável que se faça uma exposição em Maputo e que toda a informação disponível seja em inglês. Pruridos tardo-coloniais aqui do tuga, temeroso de um Mozambique futuro? Nada mesmo! Nada mesmo! Desgosta-me sim a arrogância de quem aqui expõe e não se digna a traduzir para uma língua nacional: “To whom it is codfish is enough”. Não há atrasos que justifiquem isto, apenas desinteresse. Mesmo que a exposição seja virada para um “beautiful people” cuja beleza é (apenas) o esbranquiçado da pele. Haja, pelo menos, o simulacro do respeito. Seja lá onde se expõe.

“An Eye for diversity”? A diferença dos outros…traduz-se por via destes passos.

Nem os franceses por cá fazem isso.

Enfim, o elo está aí, as fotografias são bonitas. Bonitas, pronto.