Archive for the ‘Ecologia Moçambique’ Category

Sobre o Petróleo e Outras Fontes Energéticas em Moçambique

Quarta-feira, Agosto 25th, 2010

[imagem encontrada aqui]

No PembaAtolL um muito interessante texto sobre as múltiplas dimensões desta supra-actual questão. A ler. Mesmo.

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Sociedade de Protecção de Animais de Moçambique

Terça-feira, Agosto 24th, 2010

[Pedro]

Abaixo fui informado da existência desta Mozambique Animal Protection Society. Para quem quiser colaborar aqui fica a ligação ao sítio. (A causa é mais-do-que-justa donde não elaboro sobre a língua da organização ou, pelo menos, do seu sítio).

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Mozal impoluente

Terça-feira, Agosto 3rd, 2010

A filtragem do escoamento na Mozal, unidade produtora de alumínio, será suspensa durante seis meses. Os colegas do departamento de física da UEM, Julião Cumbana e Amin Naran, asseguram que isso não será poluente: ler a reportagem de Paul Fauvet.

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Maputo 2010

Domingo, Agosto 1st, 2010

Maputo 2010. Enquanto a burguesia local, e também a expatriada, e até a imigrada se diverte noites longas fora

A empresa moçambicana de produção de Alumínio, Mozal, está autorizada pelo Governo, através do Ministério para a Coordenação da Acção Ambiental, a lançar, durante seis meses, para a atmosfera todos os gases e substâncias poluentes resultantes das suas actividades.

Estas substâncias tóxicas têm alcance até um raio de 40 quilómetros e são comprovadamente atentatórias à saúde pública nas comunidades à sua volta e mesmo para os trabalhadores da empresa.

De acordo com a Justiça Ambiental (JA), as substâncias a ser libertas pela Mozal podem provocar desde irritações severas na pele, nos olhos, nas vias respiratórias e até o aumento na frequência de cancros pulmonares.

A inconsciência suicidária. Em especial a dos arrogantes, até bloguistas, que se dizem e mesmo vêm conscientes. A história conheceu, e não só em Bizâncio, momentos assim.

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Exposição “Água é Vida”

Quarta-feira, Junho 2nd, 2010

A “Justiça Ambiental”, organização ambientalista, organiza uma exposição colectiva de fotografia que será inaugurada no próximo dia 5 de Junho (esse que no calendário das “santas causas” é o Dia Mundial do Ambiente) na Associação Moçambicana de Fotografia (na Av. Julius Nyerere, ao “Mundo’s”, para quem não saiba). Dos vários fotógrafos participantes apenas tenho notícias de Mauro Pinto.

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A Gorongosa

Quarta-feira, Fevereiro 24th, 2010

Para quem não teve oportunidade de ver aqui fica a sinopse (dita “trailer”) do belíssimo documentário produzido pelo canal National Geographic, para que atente em futuras reposições – enquanto não perco a esperança de aqui ter mais entradas dedicadas ao Parque.

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Nota sobre um fóssil no Niassa

Quinta-feira, Fevereiro 4th, 2010

VBM, leitora amiga do ma-schamba, manda-nos notícia do jornal Público: “Fóssil de antepassado comum a todos os mamíferos descoberto em Moçambique (cerca do Lago Niassa). Coisa de 250 milhões de anos – encontrado no chamado Graben de Metangula, local que aprendo na notícia será o único no país com fósseis anteriores a 65 milhões de anos. Acima o dito cujo, que após a sua análise, regressará com destino ao Museu Nacional de Geologia (na Av. 24 de Julho, Maputo) diz a notícia. E eu fico em dúvida, então um fóssil por ser pedra fica na Geologia ou na História Natural (museus de …)?

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O hotel na “Casa do Capitão”, em Inhambane

Terça-feira, Janeiro 26th, 2010

O texto dedicado ao novo hotel na “Casa do Capitão” na baía de Inhambane foi de novo aumentado, com imagens que recebemos do Rui Monteiro.

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Ainda a “Casa do Capitão” em Inhambane

Sexta-feira, Janeiro 22nd, 2010

Na sequência da conversa que tem decorrido na respectiva caixa de comentários o texto “A Casa do Capitão, na Baía de Inhambane” foi actualizado com novas fotografias.

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A Casa do Capitão, na baía de Inhambane

Domingo, Janeiro 17th, 2010

Aqui,

que estava assim,

constrói-se deste modo

para ficar desta forma

Sabedores da construção do hotel (e timesharing), propagandeado em Maputo, logo que chegados a Inhambane apressámo-nos a ir ver o resultado. Fico, ao volante, balbuciando “Meu Deus!! … [nestas alturas dá-me para o deísmo, mas em molde de ateu, vituperando este deus preguiçoso e incompetente que nos rege o devir] … Meu Deus!, isto parece, isto parece …” e logo no banco de trás a Carolina, nos seus sete anos desconhecedora de debates arquitectónicos, urbanísticos, culturais ou ecológicos, remata “pai, isto parece o serviço!”.

Adenda: na caixa de comentários surgiram (legítimas) dúvidas sobre o que aqui tentei demonstrar. Como acima refiro a minha filha esgotou-me a argumentação sobre o assunto. Deixo mais uma pobre fotografia, que é o máximo que posso tentar para elucidar os visitantes [e, já agora, os futuros "timesharers"]

 

[pressionando as fotografias elas aumentam]

Adenda: Nos comentários ao texto o Rui Monteiro argumenta sobre o assunto e lamenta a inexistência de fotografias da “casa do capitão”, disponibilizando-se para as ceder. Eu aí explico porque não considerei relevante colocá-las, nem mesmo fotografá-las. Ainda assim, e enquanto ele não envia as suas coloco as minhas duas fotografias em que o velho edifício surge. A segunda dará uma pequena amostra da sua escala face ao empreendimento. Mas não dão, reconheça-se, sequer uma pálida ideia do que nesse edifício (a antiga casa) será feito.

 

 

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Segunda Adenda: o Rui Monteiro - e agradeço-lhe - enviou fotografias do interior da construção, no contexto da antiga “Casa do Capitão”, que possibilitam uma outra panorâmica do edifício. Mandou ainda duas, as finais, sobre a “Casa” propriamente dita e sua porta, mantida.

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Terceira Adenda: Um texto no PembaAtoll dedicado a este tema, e que me parece de bastante interesse.

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Lago Urema: Uma Catástrofe no Nosso Tempo?

Segunda-feira, Novembro 16th, 2009

LAKE UREMA GORONGOSA 1619877

(Lago Urema, uma foto de Envirotrade, via Panoramio)

por ABM (Cascais, 16 de Novembro de 2009)

Na morfologia da parte de Moçambique que integra o actual Parque Nacional da Gorongosa, há, a uns quilómetros a Norte do rio Pungué, uma depressão no terreno que deu origem ao Lago Urema, outrora um vasto depósito de água, alimentado da Serra a Leste e das zonas circundantes, que constituiu e constitui a principal fonte de água para toda a fauna ali existente, e cuja existência os especialistas do Parque consideram essencial para a preservação do eco-sistema local.

Só que, segundo uma recente análise conduzida no local, mercê dos movimentos de terras causados pelas populações a montante dos cursos de água que desaguam no Lago, via a agricultura e deflorestação, esses cursos têm vindo a trazer terra para a depressão na sequência das chuvas e enxurradas, contribuindo para o seu assoreamento.

Assim, nos trinta anos que decorreram entre 1974 e 2004, a sua profundidade média caíu de 1.5 para 0.5 metros e a sua área decresceu de 22 para 10 quilómetros quadrados.

Se nada se fizer, o Lago pura e simplesmente deixará de existir dentro de menos que 20 anos, sendo o impacto na fauna da região quase de proporções bíblicas, referiu Franziska Steinbruch, uma cientista que acompanha o Parque.

Do que depreendo, muitas das medidas que têm que ser tomadas para reverter a situação, passam por um conjunto de acções que incluem a sensibilização das populações para pararem de fazer com que o assoreamento continue, e presumo que umas obras para preservar o Lago. Mas do que li, até este momento ainda nada foi feito.

O que, a continuar, será mais uma catástrofe moçambicana no nosso tempo.


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Exposição de fotografia de Jean-Paul Vermelen

Quarta-feira, Outubro 14th, 2009

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45 fotografias de Jean-Paul Vermelen sobre o parque da Gorongosa, dito “O Santuário Selvagem“, o processo de renovação da fauna e ainda sobre a zona tampão. No “Franco” entre 20 e 31 de Outubro próximos.

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O Bom Povo Moçambicano

Quinta-feira, Setembro 24th, 2009

De ABM – Este é o primeiro post feito do lado de “cá”, após desafio do senhor dono deste blogue que muito me honra.

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O mundo já está assim: durante a noite do dia 17 de Setembro, o Goddard Space Flight Centre, da americana NASA, através do seu sistema MODIS ( Moderate Resolution Imaging Spectiradiometer) e a partir do satélite artifical Aqua, que todos os dias orbita por cima de todo o planeta e fotografa a sua superfície usando cerca de 36 diferentes comprimentos de onda, tirou a fotografia que se reproduz, do centro-Norte de Moçambique, apanhando naturalmente os países vizinhos.

Se o exmo leitor olhar cuidadosamente, cada pontinho vermelho é quase certamente uma queimada da floresta. E veja quantas há.  Parece uma árvore de Natal. Esta foto é a de menor resolução, o site da NASA tem a mesma foto com oito vezes esta resolução.

A queimada é uma forma tardicional do agricultor rural africano preparar o terreno para cultivo. Portanto a boa notícia é que se vai plantar e portanto vai haver colheita – e comida. A má notícia é que li algures que as queimadas poluem desalmadamente e destróem indiscriminadamente os habitats de plantas e animais, sendo que as autoridades moçambicanas andam a ver se sensibilizam as pessoas para usar outros meios de preparar os terrenos (quais, é um mistério para mim).

Portanto a novidade é que, por enquanto, a olhar para o que se viu na noite de dia 17 (a imagem foi publicada hoje) Moçambique está a arder e ainda há muito por fazer.

A B de Melo


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Quinta-feira, Julho 24th, 2008

Mamãe eu quero uma machamba de jetrofa / …


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Mangal do Sanculo

Sábado, Maio 31st, 2008

dsc_0230-1.jpg

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 [Maio de 2008]

A reabilitar?


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