Paulo Querido denuncia a produção de spam pela Portugal Telecom. Paulo Querido é o responsável pelo Tubarão Esquilo, esse que publicita o algo ordinário Obvious. Abro a caixa de e-email e lá está um nunca solicitado “newsletter semanal” proveniente do Obvious. Spam puro. Lixo! Espero, sinceramente, um pedido de desculpas do Tubarão Esquilo pela associação a tamanha merda.
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Blogo-spam
Maio 11th, 2008 — Bloguismo
Comentários Spam
Abril 9th, 2008 — Bloguismo
É o dia-a-dia isto de receber comentários spam: quase sempre uma conjugação de elogios padronizados e propostas despropositadas, quase sempre na língua inglesa. Faz parte, mas para que servirão?, quem ainda produz e ecoa isto? Mas agora entra-me um que é uma delícia, merece ser recordado antes do “apagar”: “There are so many web-sites like this! Nothing special and nothing original! I will never come back here“. Assim sim, vale o spam…
Março 28th, 2008 — Bloguismo, Imprensa Portuguesa
O Bruno resolve a questão da relação “Público”-blogs.
Blogs de abertura lenta
Março 22nd, 2008 — Bloguismo
Para vários dos blogs elencados no Ma-blog - e desta chamada de atenção não eximo o ma-schamba - será muito útil a leitura desta entrada: “oito medidas que vão tornar o seu blog mais rápido”. Há alguns casos desesperantes de lentidão de abertura, tamanha a profusão de adereços. Não quero ser deselegante mas há um simpático blog que há já anos não leio regularmente - encrava-me o computador, pura e simplesmente. Esteja eu onde estiver. Já escrevi duas ou três vezes ao autor, mas nada - a afición pelas bandeiras, músicas, vídeos laterais, anúncios e tudo o mais, é mais forte. Nesse caso que fazer? Nos outros casos, os nossos, apenas distraídos, ainda haverá remédio.
Bloguismo
Março 14th, 2008 — Bloguismo
Um blogoamigo - ou seja um tipo que cruzei nestas andanças e que cheguei a conhecer de carne e cara - responde brilhantemente à minha invectiva “então o teu blog, pá”!?”: “sinto uma necessidade de … fazer uma depilação completa ao meu umbiguismo“.
Análise social
Fevereiro 22nd, 2008 — Bloguismo, Ciências Sociais
casal em casa
Fevereiro 14th, 2008 — Bloguismo
Ele fez um blog - sempre tinha umas coisas para dizer … Texto em texto foi fazendo a sua rede, gente interligada nas entre-leituras, alguns elogios recolheu, uma ou outra polémica. Animou-se, nos apreços recolhidos, nos contadores ascendentes. Como de dia o trabalho foram-se as noites estendendo assim, até excitantes. Ela assistiu, de ínicio até curiosa daquele que nem (re)conhecia. Depois enfadada, nem tv o substituía. Nas noites decorridas recolhia-se, sorumbática, em leituras de leito. Depois cansou-se, em silêncio abriu um blog. Não tanto feminino, como outras, mas coisa mais romântica, ali poético, acolá esteta, as teclas a escorregarem os sentidos para o erótico leve, tudo isso sob o anonimato de pseudónimo, caro a uma senhora que se preze quando nessas lides. Veio a “linkar” o marido, até lhe surgiu nos comentários, quase atrevida, simpática, elogiosa. Daí à troca de e-mails foi rápido, dele a iniciativa, a imaginar alma gémea ou na sua busca, em sinceros agradecimentos. Para essa conversa desde logo transpôs ela os calores que lhe animavam o blog, e ele de degrau em degrau manteve o diálogo, em escalada de franquezas e desafios.
Hoje, dia dos namorados, jantam juntos. Cada um ao seu computador animam-se na excitação do chat. Assim infiéis.
Ainda a publicidade nos blogs
Fevereiro 9th, 2008 — Bloguismo
Depois da ausência uma nota (atrasada) sobre a questão da publicidade no bloguismo. Relacionado com isso, e com textos abaixo, o hmbf deixou este texto com qual concordo na globalidade - salvo algum pessimismo que lá está.
(e ainda) Da publicidade nos blogs
Janeiro 26th, 2008 — Bloguismo
Face aos comentários que eu e o hmbf abaixo fizemos o Paulo Querido (isto vai tudo sem elos pela pressa) enviou-me um comentário que subo a post. Tem informação interessante. E alguma matéria para discussão que eu não poderei acompanhar.
Digo ainda duas coisas sobre a publicidade nos blogs: a mim surpreende-me que seja querida, pois nunca clico, e até nem a vejo - não é metáfora, sou-lhe cego. Depois, eu próprio faço publicidade - neste caso abaixo têm referência à “minha” petição. Não ganho dinheiro com ela? Não, mas caramba, o que eu pagava para esfregar um boa petição multi-assinada na cara dos da ANA e de quem neles manda! E, acima de tudo, de quem os legisla.
Regressando à primeira forma, deixo as opiniões (e informações) do Paulo Querido - agora vou fumar um cigarro (no Hoje Há Conquilhas diz o Tomás Vasques que é ilegal fumar em casa pois ela é o local de trabalho dos empregados domésticos. Está certo - mas a lei moçambicana é (por enquanto) mais permissiva do que a portuguesa. E os empregados não estão, já agora …) e encerrar o blog. Chega de adendas, até daqui a quinze dias.
……
jpt,
não vou argumentar — seria perda de tempo — sobre a publicidade nos conteúdos web em geral e nos blogues em particular. nem sequer vou argumentar, propriamente, apenas esclarecer e sugerir.1. a janela pop-up que efectivamente pulula volta e meia no ma-schamba.com não é da responsabilidade do Ma-Schamba nem da TubarãoEsquilo. Já pululava antes no ma-schamba.blogpspot. O responsável pela janela é algum dos serviços de que o Ma-Schamba dispõe na barra lateral. Embora eu seja pessoalmente anti-pop-up, por a considerar uma forma demasiado intrusiva, e incontrolável, e não faça parte da tabela da TubarãoEsquilo, respeitei os serviços que o jpt disponibilizava na sua barra lateral e nem sequer investiguei qual é o serviço que atira a pop-up. Mas vou fazê-lo, para que possa agir em conformidade.2. Muito bem. Devemos ter um gesto para com os leitores que nos dão atenção. A web proporciona, felizmente, ferramentas que permitem contornar com comprovada eficácia um dos piores sub-produtos da industrialização, que é o one-size fits all. Não tem, aqui, cabimento o conceito de audiências maioritárias e minoritárias. No limite, podemos ajustar a publicação segundo cada leitor (ler abaixo).3. Obrigado
Devo agora esclarecer.
O Ma-Schamba arranca com quatro canais diferentes de distribuição quatro, a saber:
o canal web, que tem publicidade;
o canal RSS, que não tem publicidade ainda mas que poderá vir ter no futuro a médio prazo;
o canal e-mail (idem);
o canal leve, para telemóveis, PDA e demais gadgets móveis (não muda, sequer, de endereço, basta vir a http://ma-schamba.com usando o seu aparelho e verá o Ma-Schamba em versão leve, podendo interagir, i.e., comentar, se o seu aparelho o permitir).Assim sendo, o seu leitor hmbf, tal como a minoria da sua audiência que não gosta da publicidade, dispõe de 2 ou 3 alternativas consistentes para o ler: basta subscrever o canal RSS ou o canal e-mail (já não digo aceder através do aparelho portátil, que não dará tanto jeito).E agora vamos às sugestões.
Na realidade existe ainda outra forma, embora não proporcionada pelo Ma-Schamba, mas sendo exterior é uma alternativa e como tal a indico:
existem na web diversas ferramentas desenhadas para os fundamentalistas anti-publicidade que fazem mais ou menos o mesmo, que é tirar todos os anúncios de uma página antes de a servir ao cliente. Uma pesquisa simples no Google proporcionará os links,
Na TubarãoEsquilo estamos tecnologicamente preparados para uma quinta solução de leitura garantidamente isenta de publicidade. Ainda não a lançámos em nenhum dos nossos +40 projectos porque não foi considerado necessário, mas aqui fica a sugestão: se o autor e os leitores acharem que vale a pena, colocamos o serviço para assinantes. Este serviço consiste num registo no blogue, que poderá ser com um plano pago ou gratuito, compete ao autor decidir. Aos leitores registados as páginas do Ma-Schamba surgirão sem os anúncios.
Publicidade no Ma-schamba
Janeiro 26th, 2008 — Bloguismo, Ma-Schamba
O Henrique Fialho, que é um super-bloguista, acaba de deixar este comentário que transcrevo: “Caro JPT, já mudei o link. Não posso, porém, deixar de manifestar o meu desagrado pela publicidade. Detesto publicidade nos weblogs. E quando chego ao Ma-schamba continua a haver aquela coisa irritante de uma janela pop-up a querer intrometer-se no caminho. Feito o desabafo, continuarei a visitá-lo.”
Nota 1: a não ser pelo hmbf nunca ouvi falar desta janela, será que me a podem confirmar e, até, ensinar a retirar?
Nota 2: quando o PQ me desafiou a entrar no TE das primeiras coisas que pensei, logo a seguir às vantagens tecnológicas, foi: o que pensará disto o hmbf, dado que seu leal leitor, conhecendo-lhe a opinião sobre a publicidade nos blogs e lembrando-me da porrada que há pouco deu no Adufe. E ainda porque com ele concordo - não gosto de publicidade nos blogs.
Nota 3: o TE dá-me companhia e eu estou farto de blogar sozinho (o ma-schamba é, desde o início, um blog colectivo falhado). Dá-me ajuda tecnológica. Dá-me possibilidades de comunicação. E, mais do que tudo, afagou-me o ego, que é coisa a que raramente resisto. Em troca disso tudo pede, como organização que requer fundos para funcionar, que insira uma pequena dose de publicidade, em dimensão e tons que eu controlo. Acho justo q.b.
E ainda deu-me a hipótese de, mais uma vez, exercer o direito à incoerência. Não gosto de publicidade mas integro-a.
Nota 4: Abraço ao hmbf. Sem ponta de ironia, claro.
Plágio no Bloguismo
Janeiro 19th, 2008 — Bloguismo
Nisto do bloguismo cada um como cada qual. Carlos Serra tem agora uma parafernália e um conjunto de avisos para contrariar o plágio no seu blog. Sobre esta forma agreste de receber as visitas em casa aberta [há blogs por convite, lembremo-nos] já há anos dei a minha opinião. Não mudou.
Janeiro 7th, 2008 — Bloguismo
Dezembro 5th, 2007 — Bloguismo
Um segundo ponto, mas que se lhe associa: certeira “nota(s) sobre a cultura blogue”, pois escrever sobre Chavez serve para se “ser” de esquerda ou direita e escrever Putin não o serve, pelo que os lusobloguistas se agarram ao patusco venezuelano. Entenda-se, no bloguismo (politicocentrado) português os factos do real são meros artefactos (e isto é registo Abrupto actual, ainda que não fotográfico) utilizáveis e utilizados para a demonstração pública do posicionamento de bloguistas. Marcos topológicos ao serviço de um individualismo histriónico. Um bocadinho tonto, diga-se, ainda que inofensivo.
Finalmente, acabei de carregar “post” a “post” os anos 2003 e 2004 do velho Ma-schamba neste Ma-schamba (falta completar de Janeiro de 2005 a Maio de 2006, insana tarefa a completar dentro de um ano): nisso rápidas diagonais no que então fui deixando. E o que aqui acima referi calça-me que nem uma luva.
Dezembro 2nd, 2007 — Bloguismo, Bloguismo Moçambique
1 . Como interpreta a disseminação e o interesse crescentes pelo fenómeno blogue?
O primeiro factor, que muitas vezes se não refere quando se aborda isto, tem a ver com a “disseminação” da própria internet, um instrumento interactivo extremamente poderoso. Penso que quem pertence a uma geração que comunicou em adulto ainda antes da sua emergência perceberá que este factor tecnológico foi uma revolução na palavra pública e no acesso à informação - o que, porventura, os que cresceram já com a “net” em casa e no emprego não sentirão de modo tão agudo. Neste âmbito uma análise desta questão tem que associar o bloguismo com o orkut e restantes comunidades, salas de chat e similares. São meios que não conheço, e que têm (terão) conteúdos sociológicos diferentes, mas separá-los à partida da comunicação bloguística parece-me artificial - é gente a comunicar de modo (quase)imediato muito para além do telefone e do rádio-amadorismo anteriores.
Noutro registo haverá um conjunto de factores que explicam a popularização da actividade, os quais não posso esgotar: o anseio da democratização da palavra (a universalização do “palanque do orador” londrino) - algo que está no mesmo eixo das mudanças na televisão portuguesa (falo da que conheço) desde meados de 90s, com a encenação da entrega do microfone ao povo (claques de futebol, concursos, entrevistas na rua, mesmo a mera plateia popular dos programas - não falam mas ESTÃO lá), e com a já velha ideia radiofónica de auscultar a “opinião pública” (a linha aberta para os ouvintes, o carro de exteriores); algum esgotamento ou, melhor dizendo, algum encerramento sobre si mesmos, dos orgãos de comunicação escritos - muito hierarquizados em termos geracionais, políticos ou culturais (depende do país e, até, da época); uma solidão urbana, que é visível muito em particular no mundo dos comentários, esse que é fundamental no mundo bloguístico, seja ao nível da polémica por vezes violenta (que abunda no bloguismo político) seja também no desenvolver de ambientes de extrema afectividade, por vezes estranhos aos visitantes ocasionais, que se encontram em blogs de nicho - exemplos particulares em blogs de expressão ficcional e, mais ainda, poética. Estou consciente que é uma afirmação preconceituosa esta de afirmar uma solidão prévia à expansão bloguística, talvez não se deva afirmar um deficit, talvez apenas (mas um “apenas” complexo) se trate de uma modificação dos hábitos de sociabilidade.
2. Quando navega na blogosfera fá-lo à vista ou prefere rumar para um destino já conhecido?
Cabotagem pura. Blogo há quatro anos, tenho um quadro cada vez mais reduzido de blogs que leio, é absolutamente impossível acompanhar o movimento - não há tempo. E, com franqueza, é difícil encontrar blogs surpreendentes. Por vezes sigo indicações de bloguistas para um texto ou outro, mas o quadro está muito demarcado. Nem sempre foi assim, claro. Quase todos os dias leio consoante o tempo, 5 a 10 blogs entre cerca de 20 que prefiro.
3. Quais as motivações que o conduziram à criação de um blog?
Em termos gerais comecei a blogar em 2003 o ano da explosão bloguística em Portugal. Um pouco moda, arrastado por nomes como Francisco José Viegas e José Pacheco Pereira, que divulgaram o instrumento a seguir ao fenómeno O Meu Pipi. Em termos individuais: sou imigrante, há alguns anos que escrevia crónicas que enviava via e-mail a amigos e conhecidos, uma espécie de blog pré-blog entregue ao domicílio - foram alguns desses amigos que me incentivaram a encetar um blog, antes mesmo de ter ouvido falar em tal coisa.
4 . Qual a sua opinião sobre a blogosfera?
Não uso a palavra “blogosfera” que simula uma entidade, e já simulou uma comunidade. Ninguém diz “telefonoesfera” e todos andam agarrrados aos telemóveis (cada vez com mais funções intercomunicacionais). Nem mesmo “midiaesfera” se vai dizendo - e aqui há uma institucionalização e uma profissionalização que permitiria falar de um efectivo contexto socio-profissional (e até cultural). Há “bloguismo”, uma actividade, com múlitplas versões, até profissionais hoje em dia. É uma actividade por enquanto maioritariamente lúdica que, fundamentalmente pelos constantes avanços tecnológicos, muito em breve dará campo para outras formas de comunicação amadora.
5. Os blogues poderão substituir a imprensa online?
É uma pergunta recorrente, esta da substituição da imprensa (neste caso online). Parte de um preconceito, o da sobrevalorização qualitativa e quantitativa dos bloguismo “informativo”, “noticioso”, “opinativo”, entenda-se político, uma ideia de “político” que se confunde (por pobreza) com “actualidade”. Ninguém pergunta se o bloguismo acabará com os museus ou os “sites” dos museus, com as editoras de livros, com os “sites” de música ou com o ascendente cinema na net, ou outra coisa qualquer. E essas perguntas têm tanta lógica como esta, apenas exigiriam outros tipo de leitor de blogs para a formular.
6. Em que medida os blogues intervêm na sua vida pessoal e profissional?
Demasiado tempo gasto. Um instrumento contra as insónias. Alguns longínquos amigos em email muito de quando em vez.
7. O que é para si, um bom blog?
Cada um bloga como quer. Eu oscilo leituras entre dois tipos de bloguismo: o moçambicano e o português. Por razões sociológicas são bem diferentes: o moçambicano é muito respeitoso e doutoral, hierarquizado. Muito ético - predomina o deve ser assim ou assado. O conteúdo, a atitude, a postura são (auto)vigiados - no fundo um pouco a ideia “respeitadora” que está presente na introdução do seu questionário, “quem pugna pelas ex-colónias” (neste caso Moçambique) - aliás é interessante ver a elevada percentagem de blogs que ao longo de anos têm “Moçambique” no nome. Um nacionalismo bloguístico (não critico, constato). Está-se no domínio do bloguismo de tese, que aliás é sentido como quase obrigação (os exagerados elogios, o “desculpe-me intervir”, ou “quem sou eu” etc, ainda se vão fazendo ouvir - mas menos, basta ver os tempos iniciais do Ideias para Debate para ver como o à vontade se está a expandir) Ou seja os blogs são aqui um elemento importante de democratização do acesso à palavra pública (e isso, como estrangeiro, encanta-me). Faltará ainda democratizar a palavra.
Um bom blog para mim: bem escrito, ágil, incoerente (não há paciência para as putativas coerências diárias, as agendas bloguísticas - quem tem agenda que vá trabalhar), um toque de ironia, um toque de paixão, um “eu” sem estrado por baixo. E com a arrogância de se saber que não é o maior do bairro. Um exemplo? O Nkhululeko infelizmente em estado comatoso (espero que o André leia isto e tenha vergonha de não continuar). No contexto em que surgiu é um verdadeiro projecto de desenvolvimento, de democratização da palavra inteligente. De descontrutor de hierarquias - e não me diga que estou a ser normativo, perguntou-me pelo meu gosto, é apenas esse que lhe dou.
8. A sua participação na blogosfera tem sido gratificante?
Claro - aprendi que escrevo pior do que pensava. E que ler é muito difícil, estamos sempre a incompreendermo-nos. Depois aprendi que há gente (que não conheço pessoalmente) que é de uma gentileza enorme, ternurenta até.
Gratificante não, mas enriquecedor sim: descobri que há um submundo na internet - e também no bloguismo [em particular nos comments do bloguismo político da extrema-esquerda portuguesa] absolutamente pavoroso. Há gente horrível - os filmes americanos não são tão ficção assim, “serial killer is watching you“. Felizmente (ainda) só quer teclar.
Novembro 30th, 2007 — Bloguismo
No Insónia um belo texto sobre o o prestígio (bloguístico).
Novembro 21st, 2007 — Bloguismo
já me sentia mal, praticamente todos os bloguistas que leio já tinham sido convocados e para aqui nada, “uma injustiça, é o que é“, o peso da solidão, do desprezo alheio, “só porque sou pequenino“. Felizmente o bom do Lutz adivinhou a minha proto-depressão e lançou-me o taralhouco desafio: citar “a 5ª frase completa da página 161 de um livro à mão, escolhido às calhas” e passar a mais cinco (bloguistas abandonados que ainda não tenham sido convocados para tal).
Algo aliviado (afinal existo) escolho a tal frase da página 161 do livro que vive exactamente ao lado do computador de mesa [a qual, para o caso presente, não poderia ter sido melhor escolhida, o destino é fantástico]:
“assinatura, s.f. firma, nome escrito pelo próprio; autenticação de documento pela aposição do nome escrito; acção de assinar; direito adquirido de receber uma publicação periódica ou de usufruir certas regalias em comboios, eléctricos, etc., mediante o pagamento de determinada quantia.” in Dicionário Universal da Língua Portuguesa, Texto Editora, 1995, 1ª edição.
Para continuarem esta maluquice aqui convoco uma beldade co-adepta da “Telepatia” da Lara Li, o meu empresário, perdão, mandatário, a quem tanto blogodevo, o excelente João Belo, o Professor Medeiros Ferreira, enquanto não nos conta a conversa havida in illo tempore com Joaquim Chissano (estou, em evidente abuso de confiança, a aproveitar a ocasião para cobrar a promessa), e o Miguel, que anda lá fora a ganhar a vida e que regressou agora ao bloguismo. Se tiverem paciência, claro está.
Novembro 21st, 2007 — Bloguismo, Bloguismo Moçambique
Monossemia
Novembro 20th, 2007 — Bloguismo

Vi-o só uma vez, decerto nos anos 70, no velho cinema de S. Martinho do Porto. Adivinhei o futuro bloguístico.
Novembro 20th, 2007 — Bloguismo, Bloguismo Moçambique
O Navegador Solitário iniciou uma série de entrevistas com bloguistas. Ontem colocou as interessantes (e polémicas) declarações de Carlos Serra, do Diário de Um Sociólogo. Hoje é dia de Orlando Castro do Alto Hama. Amanhã será a minha vez.
Novembro 17th, 2007 — Bloguismo

