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Colectiva na Associação Moçambicana de Fotografia

Inaugura amanhã (18 h.), terça-feira dia 6 de Outubro, na Associação Moçambicana de Fotografia a exposição colectiva VIDA E DESTINO, que estará aberta até dia 12 de Outubro. Pretende ser uma homenagem póstuma a CABAÇA (Gregório Simões Ferreira), cujas obras serão expostas. Em seu tributo serão também apresentados trabalhos de artistas seus familiares: Alexandria, Calapino e Pekiwa.

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Uma espécie de safari artístico

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Provando o empenho acima ilustrado o Toix apresenta eco do tal “safari artístico”, fotografias de fotógrafo do primeiro passeio informal do género, ocorrido sábado passado. Nas suas imagens constam vários dos participantes, grupo heterogéneo constituído segundo o magno critério de terem respondido ao sms-desafio. A ideia é continuar com regulares passeios pelos ateliers da cidade, um sábado de quando em vez. Agora o programa, amputado de uma visita por indisponibilidade de última hora de um artista constou de deslocações

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ao sítio de Pekiwa, na Matola-Rio. Aí aconteceu um um desvio temático, calcorreando-se o caminho até às

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Salinas do Zacarias, ali mesmo na Matola-Rio, onde chegámos à hora do despegar.

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Avançou-se então para o Bairro do Jardim, a casa de Idasse. E, depois de um longo almoço no Choupal, que as galinhas tardaram em modorra acentuada

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seguiu-se à Munhuana, a casa de Noel Langa. Onde foi também tempo de recordar os velhos tempos dos anos 90s onde ali era sede noctívaga, jazz certo. Em honra disso juntámo-nos ao balcão, um longo gin, momentos dos quais não há registo fotográfico.

Finalmente (o que é apenas uma maneira de dizer)

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os resistentes foram ao Franco-Moçambicano, saudar a inauguração da exposição (Ti)Nyanga, fotografias de Brigitte Bagnol e Esmeralda Mariano. Bebeu-se um copo, e ainda outro, que a loja do Centro (versão loja da Bia) aniversariava pela primeira vez.

Depois, quem ainda quis, e foram alguns, diluíu-se nas mesas do Zambi, em intuitos de jantar que foi já ceia.

Para o mês que vem haverá mais. Se houver interessados.

“Barco Mensageiro”, de Pekiwa

A exposição “Barco Mensageiro” de Pekiwa (Centro Cultural Franco-Moçambicano), com algumas das mais interessantes realizações aqui apresentadas nos últimos tempos, na continuidade do que o artista nos vem habituando – aliás, algumas peças não são inéditas. Motivos, técnicas, modelos, materiais. Dentro de meses Pekiwa regressará à Ilha de Moçambique, em mais uma estadia inspiratória, conforme tem procurado e bem se nota nesta mostra.


(“O Mocho”, canda reciclada)


(“A Deusa do Mar”, canda reciclada)

[sobre a inexistência de material enquadrador, separável, catálogo, ou outro qualquer suporte, já nem vale a pena referir. Não é hábito no CCF-M, tornou-se norma. Uma pena. E, assuma-se, uma bazarismo.]