Nada percebo de internet, do seu mundo e arquitectura. Nem mesmo como mero utente de computador, como aqui está explícito. Portanto sobre esse aspecto apenas pude apreciar, como leigo absoluto, o que me parece ser uma muito boa análise.
Quanto à viabilização do weblog.com.pt, que espero imparável para o futuro próximo (quanto à eternidade não é meu assunto), apenas referi que, em teoria, não me parece nada absurdo que haja algum subsídio estatal - e que se o PQ tivesse uma empresa dedicada a outros produtos culturais a ninguém pareceria absurda essa hipótese. Poderiam discordar dos critérios, mas achariam regular (a evitar o termo natural).
O PQ, e também o Anjo Élico, comentam, demarcando-se em parte da “política do subsídio”. Em termos que não afronto. Mas não deixo de matizar um pouco. O protesto com a política do subsídio na cultura foi-se afirmando, e decerto que assente em perversões que causou na produção e na utilização cultural. Mas, em minha opinião, foi-se tornando também algo “politicamente correcto”. Hoje o Estado é regulador, dizem. Eu vejo-o também indutor e redistribuidor. Porquê tantos solavancos na aceitação desse papel nas áreas culturais?
Muitos chocar-se-ão com isto, “para onde vão os meus impostos”. Mas não se chocam com as obras públicas, óbvios subsídios a torto e a direito, directos e indirectos.
Já agora, e repito, não compreendo a maioria das pessoas que usam um serviço deficitário e que não o pagam. Ainda por cima quando o seu preço é baixo. Sim, talvez efeitos de uma mentalidade “subsídio-dependente”. Mas não pode ser só isso.



0 comments ↓
There are no comments yet...Kick things off by filling out the form below.
Leave a Comment