“Vamos pondo tantos pontos (finais) na nossa vida, que ela vai-se preenchendo de reticências”, no Lugar Efémero.
Alguém a a lembrar “O Bosque Proibido” de Mircea Eliade.
Alguém a lembrar-nos o argumento do feudalismo tibetano (em memória de Aboim Inglês?) …
Mais do que justificável acompanhar o olhar do José Carlos Matias sobre a China e o Tibete. Como aqui.
Teoria e prática do Movimento Internacional Lusófono. Como se vê, existe.
Eleições no Zimbabué. Sem CNN. Ela vota?
No Corta-Fitas Cristina Ferreira de Almeida refere-se ao chá de cueca.
Julgava este blog encerrado. Ainda bem que me enganei.

4 comments ↓
Sim… O MIl existe e já congrega quase 500 aderentes espalhados por todos e mais alguns países da Lusofonia!
E começa a ter projectos e acções concretas que brevemente irão tornar o tema da União Lusófona um ponto da agenda política e devolver aos povos lusófonos uma nova esperança para um mundo melhor e estabelecer oa alicerces para o primeiro Estado trans-continental da história do Homem…
Assim acredito eu, pelo menos.
E obrigado pela referência!
Grande livro, é verdade. Merece ser lembrado.
Um abraço.
Clavis, muito duvido da pertinência de tal movimento. Mas o que vem por bem …
RAA, grande livro. Esgotado há décadas aí. Li em fotocópia, que alguém levou. Para quando a reedição? (era da Ulisseia, uma grande colecção de ficção dos anos 70 início de 80, acho)
Indo e vindo, indo e vindo… com um pé em ramo verde e outro a espezinhar a consciência. À vez.
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