Delícias no rincão (recomendações de leitura ao meu grande amigo que faz o Apenas Mais Um):
- Limite de velocidade: 30 Km.
- Profundidade: do escritor preferem-se os livros às entrevistas. Que elevação intelectual …
- Do entre-empregos (burguês) / desemprego (povo).
- Han…?!.
- Eles morrem, os escritores.
- Sociologia “portuguesa”.
Hum, é melhor acabar as férias … o blogroll (a lista de ligações) é teu.

8 comments ↓
voce é mesmo porreinho e inteligente senhor teixeira
(sacudu)
“A comunidade a que o propomos é o Povo não realizado que actualmente habita Portugal, a Guiné, Cabo Verde, São Tomé e Príncipe, o Brasil, Angola, Moçambique, Macau, Timor, e vive, como emigrante ou exilado, da Rússia ao Chile, do Canadá à Austrália” – (“Proposição”, in Dispersos, Lisboa, ICALP, 1989, p. 617).
1 – O Movimento Internacional Lusófono é um movimento cultural e cívico que visa mobilizar a sociedade civil para repensar e debater amplamente o sentido e o destino de Portugal e da Comunidade Lusófona.
2 - As nações e os 240 milhões de falantes da Língua Portuguesa em todo o mundo constituem uma comunidade histórico-cultural com uma identidade, vocação e potencialidade singular, a de estabelecer pontes, mediações e diálogos entre os diferentes povos, culturas, civilizações e religiões, promovendo uma cultura da paz, da compreensão, da fraternidade e do universalismo à escala planetária.
3 – Os valores essenciais da cultura lusófona constituem, junto com os valores essenciais de outras culturas, uma alternativa viável à crise do actual ciclo de civilização economicista e tecnocrático, contribuindo, com o seu humanismo universalista e sentido cósmico da vida, para uma urgente mutação da consciência e do comportamento, que torne possível uma outra globalização, a do desenvolvimento das superiores possibilidades humanas e da harmonia ecológica, possibilitando a utilização positiva dos actuais recursos materiais e científico-tecnológicos.
4 – As pátrias e os cidadãos lusófonos devem cultivar esta consciência da sua vocação, aproximar-se e assumir-se como uma comunidade fraterna, uma frátria, aberta a todo o mundo. A comunidade lusófona deve assumir-se como uma comunidade alternativa mundial – uma pátria-mátria-frátria do espírito, a “ideia a difundir pelo mundo” de que falou Agostinho da Silva – que veicule ideias, valores e práticas tão universais e benéficas que todos os cidadãos do mundo nelas se possam reconhecer, independentemente das suas nacionalidades, línguas, culturas, religiões e ideologias. A comunidade lusófona deve assumir-se sempre na primeira linha da expansão da consciência, da luta por uma sociedade mais justa, da defesa dos valores humanos fundamentais e das causas humanitárias, da sensibilização da comunidade internacional para todas as formas de violação dos direitos humanos e dos seres vivos e do apoio concreto a todas as populações em dificuldades. Para que isso seja possível, cada nação lusófona deve começar por ser exemplo desses valores.
5 – A identidade e vocação histórico-cultural da comunidade lusófona terá expressão natural na União Lusófona, a qual, pelo aprofundamento das potencialidades da actual Comunidade dos Países de Língua Portuguesa, constituirá uma força alternativa mundial, a nível cultural, social, político e económico. Sem afectar a soberania dos estados e regiões nela incluídos, mas antes reforçando-a, a União Lusófona será um espaço privilegiado de interacção e solidariedade entre eles que potenciará também a afirmação de cada um nas respectivas áreas de influência e no mundo. Ou seja, no contexto da União Lusófona, a Galiza e Portugal aumentarão a sua influência ibérica e europeia, Cabo Verde, São Tomé e Príncipe, Guiné, Angola e Moçambique, a sua influência africana, o Brasil a sua influência no continente americano e Timor a sua influência asiática, sendo ao mesmo tempo acrescida a presença de cada um nas áreas de influência dos demais e no mundo. Sem esquecer Goa, Damão, Diu, Macau, todos os lugares onde se fale Português e onde a nossa diáspora esteja presente, os quais, embora integrados noutros estados, serão núcleos de irradiação cultural da União Lusófona.
6 - No que respeita a Portugal e à Galiza, este projecto será assumido em simultâneo com o estreitamento de relações culturais com as comunidades autónomas de Espanha, promovendo aí a cultura galaico-portuguesa e contrabalançar a influência espanhola em Portugal. O mesmo deve acontecer entre o Brasil e os países da América do Sul. Galiza, Portugal e Brasil, bem como as demais nações de língua portuguesa, devem afirmar sem complexos os valores lusófonos nas suas respectivas áreas de influência.
7 – A construção da União Lusófona, com os seus valores próprios, exige sociedades mais conscientes, livres e justas nos estados e regiões lusófonos. Em cada um desses estados e regiões, cabe às secções locais do Movimento Internacional Lusófono, dentro destes princípios essenciais e em coordenação com as dos restantes estados e regiões, apresentar e divulgar propostas concretas, adequadas a cada situação particular, pelos meios de intervenção cultural, social, cívica e política que forem mais oportunos.
Se quiser aderir a este Movimento ou formar um “Núcleo MIL”, envie-nos um mail para novaaguia@gmail.com (http://novaaguia.blogspot.com)
Clavis, obrigdo pela comunicação. Lamento, mas sou Antípoda a tudo isso.
Senhor Sacudu (?), porreirinho não sou, inteligente medianinho. OBrigado pelo “elogio”.
Vou referir-me à velocidade de 30 que o Governo quer instituir para as localidades.
Não sei em que locais o Governo pretende definir esse limite como o máximo. Se for PONTUAL E UNICAMENTE para a malha apertada de alguns locais dentro das cidades e vilas, como os Bairros e Centros Históricos. Exemplo: Mouraria, Bº Alto, Bº da Ajuda, etc., então CONCORDO.
Mas, se se pretende adoptar essa velocidade como a máxima dentro das localidades, então DISCORDO COMPLETAMENTE, pois, como já tenho dito em casos anteriores, até os 50 Km é uma velocidade muito pequena para as Avenidas de Lisboa que foram escolhidas para essa velocidade.
As velocidades consideradas as correctas devem ser cerca de 10 Km acima das limite sob pena dos automobilistas cumpridores circularem cerca de 10 km abaixo do limite, por segurança.
NÃO CREIO QUE ALGUÉM SENSATO DEFENDA QUE SE CIRCULE NO LIMITE DE VELOCIDADE PORQUE ISSO REPRESENTA TER QUE OLHAR CONSTANTEMENTE PARA O CONTA QUILÓMETROS EM VEZ DE PARA A AVENIDA OU RUA, O QUE TAMBÉM É PERIGOSO
obrigado pelo serviço público JPT
(aliás, aproveito para confessar que a ausência de blogging list’s próprias só acontece porque vou regularmente seguindo as ‘janelas’ que aqui abres). Sigo assim já caminhos (bem) filtrados.
No penúltimo parágrafo queria dizer:
As velocidades consideradas as correctas devem ser cerca de 10 Km abaixo do limite permitido porque senão os automobilistas cumpridores irão circular a cerca de 10 km abaixo do limite, por segurança.
Agradeço a compreensão e desde já as minhas desculpas pelo lapso.
aprecio essa prática, que só por si legitima esta mania “linkadora” (como dizem os anglo-saxões)
Alentejano, se for para por a rapaziada a guiar a 30 no castelo de s.jorge ou na rua da atalaia tudo bem … mas isso do “não creio que alguém sensato” presume uma sensatez onde não há mais do que insasatez altaneira, acho
Ao “JPT” eu concordo com o seu comentário. Foi por isso que disse que CONCORDO se os 30 Km por hora forem estipulados apenas “na malha apertada de alguns locais…”.
Já agora a minha correcção das 1:49 PM não se justifica e não há correcções a fazer ao meu comentário inicial. Peço desculpa, mas tudo se deve ao pouco tempo que tenho para estes comentários.
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