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	<title>Comentários em: Sobre o Preço das Coisas</title>
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	<description>"...cheguei a um acordo perfeito com o mundo: em troca do seu barulho dou-lhe o meu silêncio..." (R. Nassar)</description>
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		<title>Por: jpt</title>
		<link>http://ma-schamba.com/arte/sobre-o-preco-das-coisas/comment-page-1/#comment-11134</link>
		<dc:creator>jpt</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Nov 2009 15:15:08 +0000</pubDate>
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		<description>AL, nem mais</description>
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	AL, nem mais</p>
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		<title>Por: AL</title>
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		<dc:creator>AL</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Nov 2009 02:31:22 +0000</pubDate>
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		<description>ABM acho que se calhar existem algumas semelhancas entre os dois mercados - o da arte e o das accoes. O primeiro paragrafo do comentario 8, substituindo algumas palavras parece-me que se adapta ao mercado da arte: &quot;... pois para estas [obras de arte] há toda uma ciência de valorização dos artistas, que tem que ver com a rentabilidade das galerias, os criticos que  estas retem e que as frequentam, a sua presença e influencia no mercado artistico, o seu futuro e os correspondentes dividendos esperados....&quot;</description>
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	ABM acho que se calhar existem algumas semelhancas entre os dois mercados &#8211; o da arte e o das accoes. O primeiro paragrafo do comentario 8, substituindo algumas palavras parece-me que se adapta ao mercado da arte: &#8220;&#8230; pois para estas [obras de arte] há toda uma ciência de valorização dos artistas, que tem que ver com a rentabilidade das galerias, os criticos que  estas retem e que as frequentam, a sua presença e influencia no mercado artistico, o seu futuro e os correspondentes dividendos esperados&#8230;.&#8221;</p>
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		<title>Por: jpt</title>
		<link>http://ma-schamba.com/arte/sobre-o-preco-das-coisas/comment-page-1/#comment-11099</link>
		<dc:creator>jpt</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 Nov 2009 21:50:45 +0000</pubDate>
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		<description>Bem, eu só falei de Maputo (que como mercado de arte não tem expressão quantitativa e tem características qualitativas muito diversas dos grandes mercados de arte) para ilustrar o meu ponto: é tudo, fundamentalmente, uma enorme abstracção. De quando em vez (há quem lhe chame &quot;ciclos&quot;) apercebo-nos do quão abstracto isso corre, no quotidiano achamos que há uma ciència quase-exacta a regular o rame-rame</description>
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	Bem, eu só falei de Maputo (que como mercado de arte não tem expressão quantitativa e tem características qualitativas muito diversas dos grandes mercados de arte) para ilustrar o meu ponto: é tudo, fundamentalmente, uma enorme abstracção. De quando em vez (há quem lhe chame &#8220;ciclos&#8221;) apercebo-nos do quão abstracto isso corre, no quotidiano achamos que há uma ciència quase-exacta a regular o rame-rame</p>
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