“Realista” apresenta-se. E explicitado no texto do catálogo, de Júlio Carrilho: “… imbuindo a sua obra de um imaginário nacional (se é que tal existe como facto geral)…”. Mas tais ideias poderiam induzir em erro - pois assim o sendo há neste seu universo um despojamento silencioso, um tenso ar que alguém dirá poesia, que (me) equivale a um murro na alma. Uma grande exposição. Enorme.

“Este poço não tem água” (oleo sobre tela, 95X70 cm, 2007)
“Vamos à produção” (acrílico sobre tela, 95X70 cm, 2007)
No Museu Nacional de Arte, até 16 de Dezembro, com debate alusivo a decorrer no próximo dia 6.


4 comments ↓
Já não via postagens suas há algum tempo! Esta disparou o alarme.Eu explico. Há tempos, a propósito dum link de Bertina Lopes sugeriu-me que visitasse este blog e cá encontraria algo que me poderia interessar. Mantém essa disponibilidade?
Obrigado, aguardo
Agry
??
Transcrevo o comentário que referi
“vejo que tem um link constante para uma entrada sobre BertinaLopes. Muito lho agradeço. Espero que possa encontrar algo mais no actual ma-schamba sobre arte moçambicana que seja do seu interesse
cumprimentos, bom bloguismo”
Ah. Bem, num registo leve sempre alguns pontos sobre esta questão: “Arte Moçambique” é uma categoria deste Ma-Schamba e “ARtistas em Moçambique” é uma ligação ao velho ma-schamba (parte fora do ar) que está ali na coluna da direita. Devagarinho estou a recolocar todo os quatro anos de ma-schamba aqui, portanto alguma coisa poderá observar
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