O pavé, la plage e Joaquim Agostinho

Isto das biografias empurram-nos os pensamentos. Velhotes quarentões, muito reaccionários (nos seus papelinhos, nas suas carreirazitas, nas suas coisinhas corporativas, nas suas filhasdaputice egocêntricas, nos seus etcs que a gente vai ouvindo, ouvindo e rindo em esgar) chegam a este mês e enchem-se do galicismo “pavé”, oui oui, oh, oh, “sous le pavé la plage”. Pavé? Ah, o pavé do Paris-Roubaix, as birras e aventuras do Joaquim Agostinho quando nele, a lenda que ele construíu, se fez. No Verão, em tempos de “plage”. É isso a biografia, o lembrar de coisas que fazem lenda.

2 comments ↓

#1 PALAVROSSAVRVS REX on 05.12.08 at 0:36

Deplorável!

PALAVROSSAVRVS REX

#2 jpt on 05.12.08 at 5:07

Uma “realeza verbal” como visita é uma honra. Ainda para mais sendo um monarca libertário. Fantástico. Não paleontológico, entenda-se. Fantástico…

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