
(por ABM)
(Veja este excelente vídeo) : time=week
Atrasadamente, biso o JPT em gritar um grande hurra pela escolha do Rio de Janeiro como a cidade que vai receber os jogos olímpicos em 2016. Na televisão, Lula foi hilariante e divertido no expressar da sua emoção, com que simpatizo.
Acho que o Rio de Janeiro não vê uma coisa destas desde que o sisudo príncipe regente D. João de Bragança, a sua tresloucada mãe Maria I e a mulher, a famigerada Carlota Joaquina (Teresa Caetana de Bourbon e Bourbon, uma espanhola tesa casada com um monarca de meias sopas, acima retratada no seu esplendor), que mais tarde comentaria nunca ter visto tamanha “negritude” na sua vida, ali aportaram com toda a Corte portuguesa, assim escapando em tropical delírio às garras de Napoleão e preservando a dinastia por mais uns anitos.
Uns anos depois, muito chateadamente, João lá volta para Europa enquanto Napoleão faz o percurso contrário para a vizinha e charmosa Santa Helena, e até morrer só tem chatices atrás de chatices com a mulher e os filhos.
Tendo nós aquela matrizezinha luso-latina, imagino que nos próximos anos vai ser ver tudo no Rio de pernas para o ar em obras, porrada da grossa nas favelas, impostos a doer e roubar nas obras públicas, preços a subir e especulação imobiliária. Boa sorte! E muitos parabéns. Estou convicto que ninguém é melhor que os cariocas para fazer uma festa destas.
Portanto acima vai a versão “olímpica” da Aquarela do Brasil, o imortal hino de Ary Barroso. E a letra e a história da canção fica aqui em baixo.

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